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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Para comer ela, Tive que comer ele 2 por 1

Para comer ela, Tive que comer ele 2 por 1 Voltei galera!!!! essa história aconteceu exatamente á 1 ano Tenho um casal de de visinhos 100% nunca derão trabalho ele 35 anos muito legal trabalha no (ceasa rj) ela branca 23 aninhos um pouco fora do peso seios grandes e uma bunda grande e larga olhos claros muito bonita ... vamos ao que interessa Domingão eu de folga e o meu vizinho me chama para comer um churrasco na casa dele . o cazal fazia 3 anos de cazados eu estranhei ninguém lá para comemorar só eu de convidado . boca livre né, estou dentro .depois de várias cerveja ná idéia começamos a falar besteira ele chapado e ela sóbria não bebe náda ... papo vai papo ele fica peladão e pula na piscina e chama ela , e ela obedece tira toda roupa e pula na piscina peladinha, os dois se beijam e me chamam para entrar eu meio sem graça entrei de roupa e eles me obrigaram a ficar peladão e arrancaram a força , eu vendo a sua esposa peladona do meu lado fiquei com a piroca dura . eles repararam e começaram a rir ,ele vendo aquilo pediu para segurar e eu deixei ele começou a bater uma punheta e eu gostando , ela chegou perto e me beijou e me abraçou e o viadinho do seu marido começou a pagar boquete e eu sem intender nada ela pediu que eu relachace que ela me queria muito e eu não ia me arrepender , eu deitei na piscina com a cabeça de fora e ela colocou a xota na minha cara e eu começei a lamber seu grelo gordinho e saboroso logo vejo que o viadinho começa a sentar no meu colo e mirou minha piroca no seu rabo e sentou, quando senti minha pica já estava atoxada em seu cú ele começou a cavalgar eu cheio de tesão deixava , pedi para ele parar se não eu iria gozar. o puto pediu para encher seu cú de leite e continuou cavalgando e pediu para mim gozar logo que só assim ele deixaria á sós , hummm intendi o recado ele ficou de quatro e comecei a bombar no seu cú ele gemendo e batendo punheta deixei ele com os olhos cheios de lagrimas por quê eu socava com raiva ele pediu para mim gozar logo pois ele não aguentava mais , enfim gozei enchi o cú dele de leite ele quaze desfalecido foi tomar banho dentro de sua casa e deixou sua esposa para mim de sobremesa . Agora começa a melhor parte ela. lavou minha piroca e começou a mamar escondia minha piroca toda em sua boca , nossa que tesão louco eu dava tapa na sua cara e ela não largava meu pau de geito nenhum ,pediu que eu chupace seu grelo novamente ,linda xoxotona a puta delirava de prazer sua xoxota estava enxarcada de prazer eu lambia e dedava seu rabo ela adorando dei uma lambina no seu cú cuspi lá dentro e mirei minha pica na portinha do seu cú e fui empurrando ela não estava aquentando , disse que fazia tempo que ela não dava o rabinho seu marido não pedia e eu sabia por quê ele gostava mesmo é de dar o cú .... Fui empurrando bem devagar não queria espantar a minha presa , ela rebolando devagar para entrar sem dor eu não aguentava de muito tesão , ela adorando fui socando ela gemia muito e eu empurrando , Quando a cabeça da minha pica entrou ela deu um grito forte e eu quietinho fui empurrando bem devagar quando ela percebeu minha piroca estava atolada em seu rabo grande e fui socando devagar ela rebolava no meu pau .Ela já estava sentindo prazer .... Quando ela ficou de quatro eu adorei socava mesmo e dava tapões em sua bunda branca até que ela gozou ela parecia uma loba uivava de prazer. não parei de socar em seu rabo soquei soquei e soquei .quando ela percebeu que eu ia gozar limpou minha piroca com a água da piscina e escondeu ela em sua boca mamou igualzinho uma piranha no cio. quando eu estava prestes a gozar puxei sua cabeça de encontro ao meu páu e soutei jatos de leite em sua garganta profunta e la engasgava e o leite escorria por sua boca a putinha lambia os beiços e falava que fazia tempo que não metia tão gostozo .... se despediu de mim e foi tomar banho, eu dei mais um mergulho na piscina e fui para casa feliz da vida levinho, levinho ...... vc viu o que fiz para comer uma xoxota linda e gordinha .. meu fraco é mulher gosto muito e faço sacrificios rs rs

ENCOXADAS, AMASSOS – NO ÔNIBUS, NO TRABALHO, ...

ENCOXADAS, AMASSOS – NO ÔNIBUS, NO TRABALHO, ... Vou relatar mais algumas encoxadas gostosas que tenho dado e que tem me proporcionado muitos momentos de prazer. Encoxando no ônibus Na última quinta-feira (18/10) ao subir no ônibus o mesmo já estava bem lotado, estou pegando o ônibus mais cedo, pois os horários dos mesmo mudaram e para não chegar ao trabalho muito atrasado pego mais cedo. Como o ônibus estava lotado fui procurando um melhor lugar para ficar e aproveitando para ver se tinha alguma gostosinha pera ser encoxada. Consegui ficar em um local, eu estava segurando minha bolsa e estava muito complicado, as pessoas passando e ninguém pedia a minha bolsa para segurar. Notei que estava sentada uma morena, cabelos pretos, com óculos escuros, calça e blusa, e fui me aproximando, perto de seu ombro, braço, mas notei também uma aliança em sua mão esquerda (era casada). Como as pessoas as vezes para passar praticamente iam empurrando quem estava de costas para o corredor, numa desses empurradas, deixei meu cacete encostar no ombro da morena, ela não afastou, ele ficou duro em pouco tempo e fui me aproximando e como estava lotado, não tinha como ser diferente, mas para minha surpresa ela não afastava o ombro, com uma mão eu segurava no ferro para não cair e com a outra eu segurava a minha bolsa e fui aproximando os dedos e de vez em quando alisava seu ombro e ela não afastava, meu cacete já bem duro, fui encostando e pressionava ele de encontro ao ombro da morena, que não afastava e pressionava o ombro sentindo o meu cacete, eu alisava seus braço. Em determinado momento pedi a ela para colocar a minha bolsa próxima aos seus pés para facilitar a passagem das pessoas e ficar numa melhor posição, ela pegou minha bolsa e segurou. Ela passou a alisar o cabelo, abriu a bolsa, pegou o celular, depois voltou a colocar na bolsa, fechava a bolsa, colocou a mão esquerda segurando o ombro direito, quase perto do meu cacete, eu afastava e voltava a encostar o meu cacete em seu ombro. Se demorasse mais um pouco eu gozaria se esfregando nela. E fiquei assim até o ônibus foi ficando vago. Foi muito gostoso. Quando ela se levantou para descer eu fui atrás, ia descer no ponto seguinte ao dela e ainda dei uma encostada em sua bunda com o meu cacete duro. Na sexta-feira pegamos o mesmo ônibus, mas só a vi quando o ônibus não estava tão cheio e eu ia me sentar em um local que vagou. Estou esperando ansioso a próxima oportunidade, para tentar encoxá-la novamente e tentar manter algum diálogo para ver no que pode dar. Depois conto para vocês. Encoxando uma amiga de trabalho Tenho uma amiga de trabalho que nos damos muito bem, inclusive trocamos confidencias, ela sobre o casamento, o marido, as crises, eu sobre o meu relacionamento, a vida, entre outras coisas. Eu passei a alisar ela as vezes, tinha vez que ela não deixava, tinha outras que eu alisava os seus cabelos, pescoço, ai passei a vez por outra deixar ela sentir o meu cacete duro encostar em seu ombro, braço, não tem como ela não perceber que ele está duro, mas ela quase nunca afasta. As vezes viajamos a trabalho e numa dessas viagens ela encostou a cabeça em meu ombro e fiquei lhe alisando, percorri com os dedos os seus seios, muito excitante. Teve outra situação numa dessas viagens que ela estava sentada em uma cadeira e me pediu para lhe dá uma massagem nas suas costas, eu aproveitei e me além de massagear as suas costas eu encostei o meu cacete duro de encontro as suas costas, ela não se afastou, tenho certeza que ela sentiu e que sente quando encosto e pressiono o meu cacete duro em seu ombro, mas não diz nada, confesso que tenho sentindo muito tesão nela. As vezes elogio um roupa que ela vai, principalmente quando vai toda vermelho, umas pintadas de vermelho, vestido, sutiã e até mesmo a calcinha. Em novembro iremos viajar só os dois a trabalho, espero poder dá umas encoxadas nela, umas alisadas e quem sabe algo mais. Moro em Natal-RN e Gostaria de manter contatos com pessoas que curtam encoxadas em ônibus, elevadores, locais públicos, para quem sabe realizarmos algumas de nossas fantasias.

casada

Casada em busca do prazer Olá! Bom... antes de tudo eu gostaria de me apresentar: sou uma jovem mulher madura, casada, 54 anos, 1m70, 54 quilos, corpo, sem exagero algum, de 30 aninhos, com tudo em cima, durinho e no lugar. Mas apesar de viver um longo casamento (37 anos), confesso que o que conheço de orgasmo vem das masturbações que pratico logo depois que meu marido sai para trabalhar... Ele foi meu primeiro namorado, meu primeiro beijo, minha primeira chupeta, meu primeiro homem, minha primeira relação anal. É um homem bonito, alto, bem sucedido, um pênis, digo, sem medo de errar: descomunal. Mas, apesar de tudo isso, não sabe fazer uma mulher sentir orgasmo. Tudo é muito rápido e objetivo. Eu o excito, abro as pernas ele me penetra (seja na frente ou atrás e, entenda: em apenas uma das opções), bomba um pouquinho, goza, vira para o lado e dorme. E eu... me masturbo. Minha formação, nunca me deu margem para me arriscar numa aventura e cair nas tentações de uma traição. Porém sempre me cobrei: “se os homens podem fazer sexo por sexo, por que nós mulheres precisamos idealizar um encontro? Se apaixonar para ceder? Afinal, sexo é sexo (isso não tenho com meu marido) e, amor é amor (isso tenho de sobra com ele)”, por isso, resolvi pensar como homem e tentar obter pelo menos uma vez um orgasmo com penetração. Decidida a ser feliz, comecei a entrar nas salas de bate-papo da internet, procurando, quem sabe nos braços de um desconhecido, sentir esse tão sonhado e esperado primeiro orgasmo. Mas, aqueles deuses, altos, másculos, com peso e corpo proporcional, que com palavras me seduziam, não passavam de enganação. Nos poucos encontros que aceitei ir, todos, sem exceção, não correspondiam em nada às descrições passadas e nem me despertaram o mínimo tesão. Entediada, voltava para casa e mais masturbação. Até que, numa conversa, um cara me disse de um cinema pornô, no Brás (SP) onde algumas mulheres e casais freqüentavam para exibicionismo ou mesmo para arrumar pares para um ménage. A idéia me animou. Tirei todas as minhas dúvidas com ele, perguntando a roupa que precisaria usar, onde me sentar, como reagir às investidas, enfim, como me portar diante de uma situação tão nova. Tiradas as dúvidas, fui ao local. Confesso que fiquei ansiosa e com um frio na barriga, entrei no meu carro, cruzei a cidade e segui viagem. Claro que por ser um cine pornô o lugar não é dos mais glamurosos. É localizado numa avenida movimentada, meio sujo e decadente. Mas pensei comigo: bom, já que vim até aqui, agora, seja o que Deus quiser. Respirei fundo, tirei o dinheiro da bolsa e o porteiro me disse: - Aqui mulher não paga, basta entrar pela porta ao lado. Entrei. Na tela filme hétero, na sala, alguns homens se masturbando, outros agachados chupando sem o menor preconceito, alguns travestis oferecendo serviços e de mulher, apenas eu! Pensei: e agora? Ainda assustada, fiquei um tempo em pé na última fileira, tempo suficiente para que alguns caras se aproximassem, com cuidado e, diria até com respeito, talvez tentando adivinhar o que uma mulher desacompanhada fazia ali naquele lugar. Mas apesar do assédio e todos, sem exceção, estarem com os pênis na mão, nada rolou. Parada ali, gelada e morrendo de medo, confesso que tive vontade de sair correndo, mas ao ver aqueles caras me devorando, tentando me comer com os olhos, me senti uma Deusa e fiquei na minha. Depois de me acostumar com a escuridão, procurei uma cadeira e seguindo as dicas de meu informante, me sentei numa fileira próxima ao fundo, deixando algumas cadeiras vazias ao meu lado. Não demorou dois minutos, e na minha esquerda, já havia um senhor se masturbando, na direita, um carinha, com cara de garoto, discreto, alisando o pau sobre as calças. Atrás e na frente mais alguns sentaram. Fiquei sem ação. Mas o carinha com cara de moleque-safado, não se acanhou e carinhosamente alisou meu braço. Foi como um choque elétrico e, indignada retirei o braço. Mas, pensei: “Se eu quero algo, tenho de facilitar as coisas”. Então, novamente coloquei o braço na cadeira e ele foi alisando, percorrendo o dedo pelo meu braço e, discretamente segurando minha mão. A sensação de perigo e pecado era deliciosa, minha calcinha logo ficou encharcada. Ele pulou uma cadeira e se sentou do meu lado, carinhosamente cochichou no meu ouvido: - Calma, não vou fazer nada que não queira e, enquanto eu estiver com você só se aproxima alguém, se eu ou você quiserem. Eu lembro de ter dito: - Estou nervosa. Ele falou: - Relaxa, deixa eu aquecer essa mão gelada e, aos poucos a gente começa a se divertir. O cara do lado não parava de se masturbar, na frente outros dois. Meu amante do escurinho, pediu para eu olhar para trás, quando olhei, um carinha estava de joelhos entre as poltronas chupando um baita negrão. Então ele me disse: - Aqui todos fazem ou querem fazer. Somos todos iguais, buscando algo. Dizendo isso, ele, com jeito e malícia enfiou a mão por baixo da minha blusa. Tentei evitar e, assustada disse: - Não! Tem muita gente estão olhando. Ele sorriu e tentando me acalmar, falou: - Que nada! Está muito escuro, o máximo que acontece é os outros imaginarem o que estamos fazendo. Sua tranqüilidade me conquistou a confiança e, ele foi avançando abriu minha blusa e começou a chupar meus peitos, com os bicos já totalmente duros, cada sugada era um delírio. Com as mãos rápidas e ágeis, levantou minha saia e começou a me bolinar. Como eu já estava acesa, meu clitóris, estava duro e enorme (tenho um avantajado). Ele começou a beliscá-lo com carinho e em segundos eu estava tendo a primeiro orgasmo, estremeci toda, precisei me conter para não gritar. Ele percebendo, pediu para eu tirar a calcinha. Eu disse: - Que é isso? Você está maluco? E, ele respondeu: - Maluco para te chupar. Anestesiada e totalmente fora de mim, tirei a calcinha. Ele pediu para entregar para ele, obedeci, então ele despudoradamente se agachou na minha frente, pediu para abrir bem as pernas e começou a me chupar no meio do cinema. Eu não acreditava que estava vivenciando aquilo. Era surreal. Mas aquela língua gulosa, me sugando a xoxota, não deixava dúvida alguma. Relaxei e aos gemidos, gozei na boca dele, quase que no mesmo instante que o senhor, duas cadeiras ao lado, começava a gozar. Depois daquele gozo, não me importava com mais nada, com as pessoas passando, olhando, se masturbando, tudo para mim era um sonho. Ele levantou, me deu um longo beijo na boca e eu, quase desfalecida, só balbuciei: - Lindinho com uma boca assim você deve ter um monte de gatinha apaixonada. Ele sorriu e disse: - Nem tanto! Na seqüência, ele pôs um belo pau pra fora e pediu para eu segurar (ele era paciente, sabia o que e como pedir). Logo, eu estava com um delicioso e quente pedaço de carne nas mãos. Encantada, comecei as masturbá-lo. Depois de um tempo assim, ele pediu para eu chupá-lo. Tentei resistir, mas ele disse: - Só um pouquinho, eu já conheço seu gosto, nada mais justo que você conheça o meu. Ainda sentada, me virei para o lado dele e comecei uma deliciosa chupeta, lambi, beijei, engoli toda aquela vara desconhecida e deliciosa, como quem devora um sorvete. Mas, antes que as coisas saíssem ainda mais do meu controle, parei. Ele me disse, que estava sem camisinha, mas se eu quisesse ir para um local mais tranqüilo que ele me levaria. Relutei por um instante. Mas ali quase desmaiada de tanto prazer pensei: - Nunca na vida um homem havia me dado um único orgasmo, imagine então, vários seguidos em poucos minutos. Não podia dizer não. Meia sem jeito, arrumei a saia (nem lembrei que estava sem calcinha) e juntos saímos do cinema. Fomos no carro dele, para um hotel barato da região. Lá chegando perguntei se ele já havia transado com uma coroa. Ele, sempre com um sorriso maroto, me disse: - Tudo sempre tem a primeira vez. Entramos no quarto e nos beijando feito dois adolescentes alucinados, me entreguei por completo. Primeiro, de joelhos chupando o pau dele inteirinho. Depois lambendo todo o corpo gostoso daquele macho irresistível. Ele foi ficando louco de tesão. Seu lindo pau, grande, mas nada assustador, parecia que ia estourar de tão duro, cheio de tesão ele se deitou na cama e pediu: - Vem sua cadela, senta aqui na minha rola e rebola feito uma vadia. Abri o pacote de preservativos que tínhamos pedido na portaria, e não me fiz de rogada, abri bem as pernas e sentei macio naquela vara inesquecível. Ao sentir aquele pau quente e duro dentro de mim, entrei em transe, jogava meu corpo contra o dele com uma fúria, que eu mesmo desconhecia. Meus peitos até doíam, de tanto que balançavam. Ele me chamava de puta, puxava meus cabelos e, falava: - Isso, sua vaca, soca essa buceta no meu pau, goza gostoso, chifra o corno do seu marido, volta com cheiro de macho para casa. Quanto mais bobagens ele falava mais eu gozava. Perdi as contas de quanto gozei. Depois ele me virou de barriga para cima e socando num ritmo acelerado, me fez sentir uma Deusa, nunca havia sido penetrada daquele jeito. Era como se o pau dele quisesse perfurar meu útero, não teve jeito, um novo orgasmo foi inevitável e dessa vez com tanta força que comecei a gritar, a chorar e implorar: - Isso, soca meu macho, soca essa rola deliciosa, fode essa puta, deixa sua marca no meu corpo, que hoje eu quero dar para um corno quando chegar em casa. Ele, cada vez mais excitado pediu para eu ficar de 4, que nem uma cadelinha, obedeci e ele socou tão fundo, que eu cada vez mais descontrolada, continuava gritando, suando às bicas, deixando meu corpo extravasar todo o tesão reprimido. Depois de um tempo dentro de mim, ele tirou o pau da minha buceta, jogou fora a camisinha e gozou na minha cara, peito, barriga. Eu bem vadiazinha, espalhei a porra pelo corpo, feito essas atrizes de filmes pornôs. Era meu primeiro banho de porra. Meu marido só gozava na minha boca, na minha vagina, ou no meu traseiro, na cara nunca. Me senti realizada. Nos beijamos, ele foi se lavar, eu não! Fiz questão de ficar com o cheiro, marcas e gostos daquela aventura. Quis voltar pra casa com o cheiro de outro macho. Descansamos um pouco, levantamos e fomos embora. Afinal era o meio da tarde (o cinema só funciona até as 8 da noite) e nós precisávamos retomar nossa rotina. Ele me deixou próxima ao local onde meu carro estava estacionado. Não perguntou meu nome, não sei o dele, não sei a idade, nem, se tem telefone. Mas prometi que de uma próxima vez que eu o encontrasse, meu cuzinho seria dele. Ele agradeceu, elogiou minha performance, e com um lindo sorriso e um breve aceno se foi. Voltei pra casa realizada e ainda tive fôlego de transar com meu marido, com o cheiro e as marcas de outro macho. Só depois que entrei em casa, lembrei que estava sem calcinha e maliciosamente comecei a rir. Depois desse encontro inesquecível, voltei ao cinema mais algumas vezes, mas só masturbei e deixei me masturbarem. Mas nenhuma das vezes reencontrei a magia e a felicidade daqueles momentos vividos. É incrível a sensação de liberdade, que eu senti nesse lugar. Um ambiente escuro, mal cheiroso, mas com certeza, palco de muitos encontros, fantasias e, para mim de realização plena. Por isso resolvi escrever, para despertar outras mulheres, que vivem o mesmo drama que eu. Mostrar a elas, que o prazer é acessível e fácil, basta se soltar acreditar em nós e nos homens. Nem todos são sacanas. Sexo, por sexo, é bom, é delicioso, basta tomar os devidos cuidados. Amor? Paixão? Bem, isso a maioria de nós tem em casa. Agora, uma boa e repentina transa com um delicioso desconhecido, no meio da tarde, regada de muito orgasmo, isso não tem preço. Se quiserem saber mais detalhes do local, me escrevam, terei imenso prazer em dividir esse segredinho com vocês.

Casada fazendo sexo com o irmão do marido

Casada fazendo sexo com o irmão do marido Sou casada há 10 anos, tenho dois filhos, branquinha (morena), tipo gostosa, apesar da minha idade, 46 anos. Na minha juventude, não tive nenhum pudor, sempre transei com vários caras, principalmente da faculdade, sempre um de cada vez, mas fazendo todo tipo de sexo, oral, anal e vaginal. Uma vez fui convidada para uma suruba, não aceitei, mas cheguei a pensar na idéia, tudo isso quando solteira, mas depois de casada, me dediquei só para a família. Um belo dia, meu marido falou com meu cunhado, que aqui vou chamar de Gil, e mora em Belo Horizonte, disse a ele através do Messenger que adoraria me ver comida por outro homem, mas gostaria que fosse um casal, pois assim poderia comer também a outra mulher e teve uma reposta direta: que a esposa dele jamais aceitaria isto e não gostaria de saber que ele me comeu, mas se meu marido prometesse não falar nada com a esposa dele, ele mesmo me comeria e que inclusive já havia batido várias punhetas para mim. Nada surpreso, mas extremamente exitado, ele disse que por ele tudo bem, mas que dependeria de eu aceitar. Ao me contar, fiquei espantada com o papo dos dois e disse que aquilo era um absurdo, além do mais como ele poderia gostar de me ver comida por outro homem sem comer outra mulher? Ele disse que seria uma oportunidade boa, uma vez que não correríamos risco de tentar algo com um desconhecido, seria mais seguro e concluiu: meu irmão tem 19 cm de pica, você iria adorar. Não dei muita importância, porque moramos no Rio e passamos vários anos sem ir a BH, portanto teria muito tempo para pensar nesta besteira, mas confesso que os 19cm de pica mexeram comigo. Disse ainda que para eu não ficar sem graça, havia combinado o seguinte com meu cunhado: se eu levasse para BH um tamanco branco, que ele me deu no meu aniversário e que eu só usava para transarmos e que tinha 21 de salto, eu estaria aceitando ao menos pagar um boquete e se eu usasse o tamanco, estaria dando o sinal verde para tudo, sexo completo. Um ano e meio depois, estávamos viajando para MINAS como haviam se passado muito tempo eu nem me lembrava mais desta história e quando estávamos na BR 040 ele me disse que ficou feliz por eu ter trazido o tamanco branco. Fiquei vermelha, pois nem me lembrava da história e não havia colocado o tamanco na viagem, mas o safado colocou escondido. Fiquei meio sem jeito, mas o que fazer?! Chegando lá não deu outra, ele bem baixinho cochichou no ouvido do meu cunhado e eu vi o sorriso safado de gio quando soube que eu havia trazido o tão sonhado tamanco. Pensei, é só eu não ficar sozinho com ele que a esposa dele me protege. Não teve jeito, a esposa dele saiu com nossos filhos para uma pracinha em frente e ficamos os três sozinhos. Meu cunhado estava no quarto e eu e meu marido na cozinha, o safado já veio com o cacete duro pra fora e mandou eu abocanhar. Até meu marido ficou surpreso e não deu tempo nem pra eu argumentar, vi um caralho enorme se aproximar de mim, meu marido me abaixou com as mãos no meu ombro e eu tive minha boca preenchida por aquela pica bem maior que a do meu marido. Na verdade, em poucos segundos eu já havia aceitado numa boa e comecei a aproveitar a situação, se meu marido queria assim, por que não?! Na mesma hora me livrei da obrigatoriedade de mamar e passei a mamar com vontade, ali mesmo na cozinha levei a primeira esporrada na garganta, eu detestava ser esporrada na boca, mas desta vez estava gostoso. Dali para a xoxota foi um pulo, pela primeira vez fui comida por dois machos ao mesmo tempo, não estava usando o tamanco branco, mas as regras era o que menos importava nesta hora, estava com a xoxota e a boca muito ocupadas para pensar em regras. Ficamos fudendo por três dias consecutivos, a esposa dele sempre saia com as crianças ali perto e por uma hora mais ou menos eu era comida pelos dois safados, todos os dia. Os dois ficavam revezando, um na boca outro na xoxota, foi uma delícia. Não agüentei o cacete de meu cunhado no cú, mas prometi que iria agüentar na próxima vez. Mas isto é uma outra história.

BOCA NÃO TEM SEXO

BOCA NÃO TEM SEXO TRABALHAVA NA DELEGACIA DA CENTRAL DO BRASIL, APOS AS 23 HORAS OS PORTÕES SÃO FECHADOS E A NOITE ESQUENTA,FAZIA A RONDA NOTURNA QUANDO OBSERVO UMA DISCURSÃO DO LADO DE FORA DAS GRADES, QUANDO VEJO UM LINDO TRAVESTI QUE PARECIA MUITO UMA MULHER BRIGANDO COM UM SENHOR, NO MESMO MOMENTO FUI LÁ PARA RESOLVER O PROBLEMA, COM A CHEGADA O SENHOR MUDOU DE ATITUDE E SE ACALMOU, QUANDO PERGUNTEI O QUE HAVIA ACONTECIDO O TRAVESTI, "BIANCA" COISA LINDA DISSE QUE TINHA COMBINADO UM PROGRAMA COM O REFERIDO SENHOR QUE AO CHEGAR AO MOTEL SE ASSUSTOU POIS ACHAVA QUE CONTRATAVA UMA PROSTITUTA E NÃO UM TRAVESTI, E QUE NÃO IRIA PAGAR, APOS ALGUMS MINUTOS O SENHOR ACABOU PAGANDO POIS SERIA LEVADO PARA A 4ª DELEGACIA POLICIAL PARA SER FEITO UM PROCEDIMENTO, BIANCA MUITO SIMPATICA AGRADECEU E PERGUNTOU SE NÃO HAVIA ALGUMA COISA QUE PODERIA FAZER PARA AGRADECER MELHOR,JÁ ERA TARDE DA NOITE UM LUGAR BEM VAZIO, E BOCA NÃO TEM SEXO, BIANCA ACOMPANHOU ATE A SALA DO PLANTÃO DA DP E JA FOI SE COLOCANDO DE JOELHOS E ABRINDO MINHA CALÇA, E COLOCAVA MEU MASTRO PARA FORA, ESTA DURO COMO UMA PEDRA, E COMEÇA A LAMBER E CHUPAR QUE BOQUINHA, FICO DE PAU DURO SÓ DE LEMBRAR, E CHUPAVA LAMBIA E MORDISCAVA UMA LOUCURA, EU SEGURAVA SEUS SEIOS DURINHOS UMA DELICIA NÃO ME AGUENTANDO MAIS GOZEI EM SUA BOQUINHA, QUE RECEBIA TODO MEU LEITE, SEM DEIXAR UMA SÓ GOTA ESCORRER, E ME PERGUNTOU SE EU NÃO GOSTARIA DE COMER SEU CU,ELA PARECIA UMA MULHER UMA BUNDINHA REDONDA, UM ROSTINHO DE MENINA UMA COISINHA MUITO FEMININA ELA FOI SE POSICIONANDO DE QUATRO APOIADA NA MESA DA DELEGACIA E LEVANTOU SEU VESTIDINHO COLOCANDO A CALCINHA PARA O LADO, COLOQUEI UMA CAMISINHA E FUI APONTANDO A PICA NA ENTRADA DO CUZINHO, QUE LOGO FOI ENGOLINDO MINHA PICA, BIA GEMIA BAIXINHO E PEDIA PICA QUE PRONTAMENTE ERA SOCADA, SOQUEI COM MUITA VONTADE QUE CUZINHO GOSTOSO, GOZEI COMO LOUCO. APOS ESSE DIA TODO PLANTÃO BIA VEM FAZER UMA VISITA E BEBER MEU LEITINHO. Escritor: a.luiz

Cd devassa!!!!

Cd devassa!!!! Ola ma todos , bom isso aconteceu a pouco tempo comigo entro muito na sal de bate papo do uol cross dresser ... Entao conheçi um rapas de uns 34 anos mais ou menos e começamos a tc , quando derepente ele estava na mesma lan house q eu q era na lapa ..... entao começamos a definir como iriamos fazer pra sir da lan e irmo pro motel ..Ele disse q gostava muito de ver cdzinho com vestidinho coladinho no corpo branquinho , e disse q iria dar umde presente pra mim ,, eu nem boba nem nada aceitei ... saimos juntos da lan e fomos comprar o vetidinho . humm era um de babadinho todo branquinho akeles q com salto fica aparecendo a popa da bunda hummmmmmm adoro .... e fomos pro motel chegamos la eu e ele fomos tomar um banho e começemos um verdadeiro esfrega daki bem delicioso, mais ele keria mesmo me ver de vestidinho e salto , entao peid pra ele entrar no banheiro de novo e so sair quando eu mandasse.. entao me montei toda e pedi pra q saisse ,, quando ele me viu de vestido salto e peruca morena ele nao acreditou vei logo correndo e me pegou por traz na minha cintura com força e disse ..... vc vai ser mi ha putinha sussurando no meu ouvido ...me colocou com as maos na cama e começou a chupar meu cuzinho , nossa q lingua quante akele macho tinha sabia fazer qualquer cd ficar louca de tesao so com sua lingua . ,,, ele chupava como se fosse um sorvete na boica de criança ,, delicia ... quando eu nao aguentava mais de tesao pedi para q ele colocasse akela vara gostosa dentro do meu cuzinho apertdinho ,,, ele ficou muito apaixonado pelo meu rabinho ,,, disse q eu serei dele e mais niguem nos saciamos como dois loucos de tesao ... procuro machos assim igual a ela quem quiser so deixar recados bjos ate .... E-mail= ksadocalcinha@hotmail.com

comeu minha noiva na minha frente

comeu minha noiva na minha frente Eu fiquei excitado, e muito nestes dias... Tudo foi muito legal, muito intenso. Pensei, depois, que a´machuquei tua mina, de tanta pancada que dei na prexequinha dela. Muito apertadinha mesmo... O corpinho dela ajuda muito, me excita demais porque ajuda na transa, dá liberdade de segurar e mandar, ter o poder sobre a transa, sobre o corpo dela. Para mim, há momentos que devem ser assim, intensos, para tirar o máximo de gozo que ela pode dar. Eu acho que ela ainda pode ter um gozo mais e mais forte, desejando que ela desfaleça e perca todas as forças, até da prexequinha, que ela sabe muito bem usar. Não tenha dúvidas, tua mina tem grande, quase total m´rito pela transa porque ela faz a diferença. Pena que eu gozara logo, de tanto tesão que ela transmite. Assim, a transa demora muito pouco, para a energia que ela tem. Eu queria ficar horas e horas com os dois. Vocé ajuda muito no tesåno dela. Ela adora dar na tua frente e vc sabe cada momento dela e o que deve fazer. Pena que meu pau não é grande, mas é assim duro, quando o tesão está a mil. Vc chupa maravilhosamente bem. Acho que aprenceu com ela. Pena que eu não tirei foto dela me chupando.. Vc ficaria com uma das fotos mais lindas do rostinho dela, com aquele cabelo maravilhoso e meu pau todinho dentro daquela boquinha sensível, macia, frágil. Ela sabia que eu queria gozar e não deixou escorer nada.. Eu queria ter a minha primeira gozada assim, onde a porra é maior, mais potente. Acho que entendes a sensação. Se eu fosse dizer tudo que desejaria, necessitaria de várias transas em várias ocasiões porque a primeira gozada é a mais gostosa.A bocetinha dela é tão apertadinha que dá um choque no tesão e, praticamente não dá para evitar o gozo. é preciso ter um baita controle e, talvez o tempo seja o fator disso. ´e preciso estar preparado, acostumado com essa sensação incrível. Mas isso é querer demais.. Vou sempre ter que ser o máximo e ser desejado em outras ocasiões. E Vcs precisam de outras experiências, outras sensações. Qualquer que seja a vez, por única que fosse, valeu a pena. Vcs são muito bons na coisa e valeu cada minutinho. Espero que eu repita o que desejam e fiquem satisfeitos comigo. Beijão.. Tenho que sair.. Fernando E-mail= hbonzinho@bol.com.br

comi a negrinha no mato

comi a negrinha no mato Tirei folga em plena quarta feira um dia normal ensolarado sem muito por fazer como eu adoro mato natureza pensei vou dar um pulo em mairipora que tem uma bela represa quando pegueo minha moto e virei a esquina quem eu encontro? a minha coleguinha pretinha do outro conto e ja veio logo sorridente me perguntando. e ai gato vai onde. eu ja falei onde iria e a convidei ela rapidinho aceitou. voltei em casa e pefuei outro capacete e pensei hoje eu vou meter gostoso com essa safadinha la na represa chegando la para o meu azar tinha muita gente e eu taradao pela negrinha. procuramos um lugar tranquilo ate tentei meter a rola nela na agua meamo mas sempre passava pessoas e nao dava certo tanto que desisti e falei para elaok esquece a transa e vamos curtir a agua. depois de muitos mergulhos decidimos retornar a nossa cidade. eu pilotando devagar percebi uma trilha que entrava mato adentro e a rola deu um toque. na hora parei a moto e retornei adentrando na trilha e falei para a minha safada tenho que foder xom vc hoje e vai ser agora. andeis uns trezentos metroa na trilha parei a moto e ja comessamos os beijo. eu adoro ela pois ela e muito safada e sabe que eu adoro um rabo. ficou agaxadinha no chao e começou a chupar a minha rola naquele jeito que ela sabe meu pau nao é grande oque facilitava ela engolir ele inteiro q delicia ver so as bolas para fora e ela com a cara de puta olhando para mim entao eu quase gozando falei para parar que seria a minha vez de dar esse prazer a ela. ela se apoiou na moto deixando aquele rabo maravilhoso a minha disposiçao e eu lambinha a bundia ate chegar na xana e ela se requebrava toda q delicia comexei a enfiar a lingua no cuzinho dele e chupar a xana e depois invertia lambendo o cuzinho e enfiava os dedo na raxa ate ela gozar pela primeira vez. ai fiquei em pé ayraz dela e meti na sua xana que estava pegando fogo que delicia e foder meti mais uns cinco minutos ate ela começar freneticamente anunciando o segundo gozoo como eu ainda nao tinha gozado e nao tinha camisinha ela ja sabia oque a esperava e concordou pois ela adorava. ja sei rezinho vc quer enrabar sua pretinha de novo e gozar no cuzinho dela né e eu falei uau como vc e esperta. entao ela se ajoelhou ao meus pés e iniciou outros boquejte mas dessa vez melecando muito minha rola com saliva e sempre pegando um pouco nos dedos e enfiando em seu propio xuzinho para deixar no ponto ai ela voltou a ficar em pé e falou vem meu tarado fode meu rabo filho da puta. e bem assim eu fiz. apontei minha rola na entradinha do cuzinho dela e fui emporrando empurrando ate chegar o fim e sentir toda aquela pressao de um cu rexem arrombado e ela começou a me xingar e falar alto ate fiquei com medo de alguem ouvir. vai tarado fode meu cu. arrebenta todas as preguinhas que vc deixou da outra vez. e eu fodendo com forca e ela nao parava mete filho da puta e eu rapido e com força la no fundo ate que nao aguentei e enchi o cuzinho dela e eu tb aos berros pois para mim nada mais naquele momento importava. foi uma gozada fantastica as pernas dela tinha porra mel de xana e um pouco se sangue do rabinho dela e nos nossos rostos muita satisfação

MEU MARIDO NÃO SABE QUE TIREI FOTO DA BOCETA

MEU MARIDO NÃO SABE QUE TIREI FOTO DA BOCETA Fazia pouco tempo, que eu estava casada, meu marido trabalhava e eu ficava em casa o dia todo. Um dia, passou pela rua um fotografo, batendo de casa em casa, vendendo álbum de foto de crianças, ele tirava as fotos na hora, depois mandava o álbum com as fotos, bateu em minha casa, se ofereceu para tirar fotos dos meus filhos, eu disse a ele que era recém casada e não tinha filhos, ele me perguntou se eu não gostaria de fazer um álbum eu e o marido juntos, com varias fotos diferentes em diversas posiçoês com diversas roupas diferentes, eu disse a ele que meu marido estava trabalhando e eu estava sozinha em casa, nisso ele me pediu um copo d'água, que estava cansado de andar, mandei ele entrar e lhe servi a água, depois ele começou a me mostrar, varias fotos de casais e de moças sozinhas, vestidas e nuas, me garantindo total sigilo, ele era um rapagão muito bonito, para que ele fosse embora resolvi tirar umas duas ou trés fotos, fiz trés trocas de roupas e tirei as fotos, era só, mas ele ficou insistindo pra mim tirar mais umas trés fotos mais sexy, falei que eu não tinha roupas sexy, prontamente ele me disse que tinha ali na sua mochila, abriu a mochila e pegou uma mini saia e um shortinho bem curto, eu não queria colocar aquela saia era muito curta, ele começou a me elogiar que eu tinha umas pernas muito bonitas uns seios perfeitos, ele não desistia, então resolvi colocar a mini saia, fui até o quarto e coloquei a mini saia, voltei a sala ele tirou uma em pé, depois mandou eu sentar e cruzar as pernas, quando ele foi arrumar minha saia, deu uma passada de mão na minha perna, dizendo que era gostosa, senti um frio na espinha, eu estava com uma blusa de botões, ele mandou eu tirar o sutiã abrir a blusa e dar um no, deixando parte dos seios aparecendo, ele punha a mão em mim pra me deixar na posição, aquilo me deu um tesão louco, depois ele pediu pra mim tirar a saia e ficar só de blusa e calcinha, eu não quis tirar não, ele me garantiu que meu marido ia gostar, como eu não tirei ele se aproximou de mim e começou a puxar pra baixo, eu tentava segurar mas ele foi puxando até tirar até o pé, depois de tirar duas ou trés fotos na sala, ele falou pra mim tirar deitada na cama que ficaria mais sexy,a essa altura meu tesão pedia pra ver ele pelado, fui pra cama e me deitei, tirou de costas de frente com a blusa aberta, minha boceta latejava,quando ele falou agora vamos tirar uma foto nua sem nada, não me deu tempo de disser nada, só senti a mão dele puxando minha calcinha, me deixou peladinha, tirou varias fotos, da bunda, da boceta, de quatro em cima da cama, quando olhei na direção do seu cacete, notei um volume maravilhoso, eu já estava louca para pegar na mão, ele percebeu que eu estava olhando, ele se a joelhou perto de mim e socou a boca na minha boceta, enquanto ele sugava minha boceta, foi tirando sua roupa, depois ele deitou-se na cama me puxou pra cima dele e começamos um sessenta e nove alucinante, depois de varias gozadas, ele me jogou na cama de costa e fizemos um papai mamãe muito gostoso, sua língua se enrolava com a minha, ora na minha boca ora na boca dele, chupava o bicos do meu seios me fazendo gozar e gozou junto comigo muito gostoso, minha boceta estava rindo atoa, pequei ele pela mão levei até o banheiro, ele me deu um banho muito gostoso com a bucha e com a língua, saímos do banheiro ele ainda estava com o cacete duro feito uma barra de ferro, quando chegamos na sala ele sentou-se no sofá e me sentou no seu cacete, cavalguei e gozei muito na quele cacete, quando ele viu que ia gozar ele deu uma parada e coloco o cacete no meu cuzinho, fui sentando na quele cacete duro, que sumiu todinho dentro do meu cu ficando só as bolas pra fora, ele me levantava e me soltava eu descia igual a um elevador, fiquei subindo e descendo no seu cacete até que ele gozou de novo, encheu meu cu de porra, ele tirou o cacete do meu cu, correu pegou a câmera e tirou uma foto do meu cu, escorrendo porra pra fora, quando meu marido ver essa foto, o que eu falo pra ele. (o dia que ele veio trazer as fot....... depois eu conto o que aconteceu.)

meu amigo me comeu na praia meu marido só olhou

meu amigo me comeu na praia meu marido só olhou Minha mãe, sempre me dizia que eu era muito nova, para me casar com o Evandro, ela ahava que ele era muito velho pra mim, eu tinha apenas dezenove anos, Evandro tinha quarenta e dois anos, ele me adorava, eu sentia que seu amor por mim era sincero e verdadeiro, Evandro nunca proibiu nada do que eu fazia, nem minhas roupas curtas ele reclamava, quando eu queria deixa-lo muito excitado, era só eu colocar uma roupa um pouco mais curta, pra que ele ficase alucinado, depois que casamos, Evandro elogiava muito meu corpo, ele achava que eu tinha um corpo lindo e perfeito, que a cor morena da minha pele, se destacava com qualguer roupa que eu usasse, ele gostava de me ver usando mini saia e vestidos bem curtinhos, me levava a praia todos os finais de semanas, é adorava me ver de fio dental, ainda mais quando aparecia um paquera e ficava me olhando, Evandro ficava todo envaidecido, vendo alguem me paquerar, uma dia nós fomos a praia é ficamos num lugar meio deserto, já estava no fim da tarde e não havia guase ninguem mais por perto, um rapaz que estava passando e me viu, deitada na areia tomando sol de fio dental, quando o rapaz viu minha bunda de fora, ele ficou meio bobo ele foi e voltou umas trez vezes, só pra passar perto de mim e ficar olhando minha bunda, sei que não tenho bunda grande, mas o Evandro me disse que é gostosa, quando Evandro percebeu o carinha passando, ele me falou que ia comprar refrigerante, depois que ele saiu eu percebi que ele queria ver, se o cara viesse falar comigo, mas não deu outra, o cara chegou e me perguntou quem era o homem que estava comigo, eu falei é meu marido, mas ele não liga que eu converse com meus amigos, o carinha ficou ali, conversando e me chamou para darmos um mergulho, eu disse pra ele esperar meu marido voltar, quando Evandro voltou, eu apresentei o carinha como se ele fosse meu amigo, se comprimentaram e se abraçarão, eu disse para o Evandro, que ia dar um mergulho porque estava muito quente e chamei meu amigo para ir comigo, quando estavamos bem longe da areia, com a agua pra cima da cintura, o carinha começou a me agarrar, ele passava a mão na minha bunda e me chamava de gostosa, começou a me beijar e a pegar no meu seios, ele pegou minha mão e colocou dentro da sua sunga, peguei uma tora de cacete duro que latejava na minha mão, com aquela tora na mão senti um dedo entrando na minha boceta, como já não tinha muita gente por perto e já estava escurecendo, eu não liguei para o que estava acontecendo, eu estava com os seios de fora e a mão atolada na boceta, quando vi o Evandro perto de mim, eu olhei assustada pra ele e ele me disse, sei que você esta gostando, mas sai fora da agua, que eu quero ver seu amigo chupar suas tetas e passar a mão na sua boceta gostosa, eu não entendi nada mas saimos da agua e sentamos na areia, Evandro, perguntou pro meu amigo, minha mulher e gostosa? o carinha respondeu, ela e muito gostosa se ela fosse minha mulher eu iria chupar ela todinha agora, o Evandro disse se você quiser pode dar uma chupadinha que eu deixo, o carinha não pensou, rapidamente dirou meu fio dental e começou a chupar minha boceta, Evandro me beijava e chupava meus seios, enquanto o carinha chupava minha boceta, os dois me fizeram gozar muito gostoso, depois o carinha me colocou de quatro e socou o cacete na minha boceta, Evandro ficou só olhando enquanto eu gozava naquela tora gostosa, depois que gozei muito Evandro me chamou para irmos embora, e combinou com o carinha esperar agente no mesmo lugar no domingo que vem.

Mãe Puta

Mãe Puta Fiquei surpreso e feliz com o debate sobre incesto na Brazil. Sou amante da minha mãe e não vejo nosso relacionamento como anormal ou fora do comum. Viemos de uma família tradicional. De empresários bem-sucedidos, com participação em clubes de serviços, na política e no esporte. Minha mãe casou-se muito nova, me deu a luz aos 18 anos. Meu pai era bem mais idoso e nunca foi um bom amante. Fazia o tipo machão. Era grosseiro e a tratava como um objeto. Não percebia a mulher fantástica que tinha ao seu lado. Meu pai devia ter muitas amantes. Quando minha mãe reclamava sua ausência, contrariado ele entrava nela apenas para provar sua condição de macho. Minha mãe sempre se cuidou e era ela quem nos levava à praia, chamando a atenção dos banhistas com seus trajes bem cavados. Eu morria de ciúme. Ela brincava dizendo que se meu pai não dava valor tinha quem se interessasse. Percebi imediatamente quando começou a sair com outros homens. Saíamos juntos mas ela acabava me deixando na casa de uma prima, e de lá seguia para encontrar seus amantes. Quando percebeu minhas desconfianças me fez jurar que não contaria nada ao meu pai. Ela sempre foi muito vaidosa e comprava lingeries finas. E as escolhia na minha presença. Passava cremes hidratantes na pele e se depilava cuidadosamente. Um dia a vi raspando tudo na frente. Fiquei de pau duro. Até o cuzinho ela deixava lisinho. Quando ela percebeu minha presença disse que estava fazendo para agradar a meu pai. Fizeram sexo a noite inteira. Via o meu pai entrando e saindo da minha mãe e desejava estar ali no lugar dele. Uma cena rara. Meu pai costumava dizer aos amigos que eu havia puxado a ele. Na verdade, eu sou muito parecido com a minha mãe, mas como tenho o pênis grande, ele brincava que nisso também éramos parecidos. Minha mãe não gostava dessas brincadeiras. Um dia perguntei a ela se era verdade. Estávamos no banheiro. Ela, olhando o meu pau, me mandou mexer nele para ficar duro. Mostrou como eu devia fazer. O contato da mão dela foi mágico. Ficou durinho. Ela me mandou seguir com o vai-e-vem, dizendo que aquilo o faria crescer mais ainda. Mas não respondeu à minha pergunta. Meu pai cada vez mais se afastava da família. Dormia na casa da outra e minha mãe, sozinha, nas noites frias, pedia para eu esquentar seus pés. Eu dormia atravessado na cama, brincando com seus pezinhos. Ela dizia que eu era o seu hominho e que meu pai não fazia falta. Mas eu só entrava em seu quarto quando era convidado. Havia muito respeito entre a gente. Eu a admirava demais para invadir sua intimidade. Certa noite ouvi uns gemidos vindos do seu quarto e fiquei preocupado. Ao me aproximar notei que estava fazendo sexo. Achei que meu pai estivesse com ela. Fiquei escondido, me masturbando. Gozei rapidamente. Permaneci ali até a porta se abrir e ela aparecer nuazinha. O homem com ela era seu médico. Mamãe mandava diminuir a voz para não me acordar. Ele queria cerveja e ela voltou com salgadinhos e duas latinhas bem geladas. Parecia feliz. Dava a comida na boca dele e se divertia perguntando se a mulher fazia melhor ou igual a ela. Mamãe gostava de exibir sua nudez. Orgulhava-se do corpo que tinha. O corpo da minha mãe, sua bunda e seu sexo lisinho, era tudo o que eu desejava. Parei de ir à Igreja porque não podia confessar tanto pecado. Não dormia mais esperando ver minha mãe fodendo. Mas o médico sumiu da sua vida. Demorou para surgir outro. Mas esse era bem mais divertido. Ela ria muito com as trapalhadas do novo amante. Percebi que ela fechava a porta do quarto mas deixava a janela aberta por conta do calor ou para uma possível escapada do amante caso meu pai chegasse. Um dia tomei coragem e pulei para olhar pelo lado de fora. Não acreditei quando vi que era um garoto. Um pouco mais velho que eu, mas um garoto. Mas ele sabia como agradá-la. Chupava minha mãe da cabeça aos pés. Enfiava a língua na frente e atrás. Minha mãe o chupava com muita vontade e o deixava penetrar em todos os buracos. Era uma aula de sexo. O pau dele não era maior que o meu, e isso me levou a um questionamento: por que minha mãe não faz o mesmo comigo? Descobri quem era o rapaz. O pai dele era dono do supermercado novo. Perguntei se ele conhecia minha mãe e ele disse que não. Expliquei quem era e ele ficou nervoso. Menti dizendo que minha mãe havia mandado dizer que se meu pai desconfiasse de alguma coisa ela diria que éramos amigos. Afinal, tínhamos quase a mesma idade. Ele gostou da idéia e passou a me ver como um aliado. Voltei para casa e encarei minha mãe pela primeira vez de igual para igual: ?Fiz amizade com seu amante. Agora ele pode aparecer quantas vezes quiser, é só dizer para todo mundo que ele é meu amigo.? Minha mãe ficou perplexa. Tentou desconversar, mas vendo que não podia mais manter seu caso em segredo começou a chorar. Disse para ela que não me importava, gostava de vê-la feliz, e meu pai não a merecia. Mas ela sabia que eu estava com ciúme. Abraçou-me e disse que não podia fazer o mesmo comigo porque entre mãe e filho não era certo. Mas estava orgulhosa de ter um homem de verdade ao seu lado. Passamos a ter mais intimidades. Ela se trocava na minha frente e eu podia ver seu sexo, sentir o seu perfume, opinar sobre suas peças mais íntimas. Era um jogo gostoso e ela sabia o quanto estava me atentando com aquilo. No dia do meu aniversário prometeu fazer um bolo bem gostoso e me mandou convidar meu amigo. Virei seu pombo-correio. O cara me enchia de presentes, balas, chocolates, revistas. Estávamos os três na cozinha quando meu pai chegou. Foi logo falando do cheirinho e perguntando quem era o moço. Estávamos preparados para o evento. Apresentei-o como meu amigo e meu pai, com seu jeito bruto, disse que preferia me ver com amizade com garotas. ?Com 15 anos já devia ter tirado o cabaço. Garanto que seu amigo já fez isso!? O rapaz ficou embaraçado e meu pai riu gostosamente, pois tomou sua reação como uma negativa. ?Se tivesse tempo levava os dois na zona hoje mesmo. Mas tenho um compromisso. Só passei para dar os parabéns e deixar o dinheiro da feira.? As viagens do meu pai eram para o lugar de sempre. Ele morava com outra numa cidade próxima, na qual tinha negócios. Antes de sair levou minha mãe para o quarto e fez o serviço. Como sempre, minha mãe corria para o banheiro e se lavava. Passou a sentir nojo do meu pai. Mas era ele quem sustentava a casa. O rapaz havia ido embora com medo e raiva. Minha mãe estava triste. Mesmo assim acendeu uma vela e cantou parabéns. Depois me fez comer uma fatia do bolo, colocando pedacinho por pedacinho na minha boca. Pegou duas cervejas e me fez beber com ela. Fez ainda uma caipirinha, que tomamos juntos. Conforme o tempo passava ela ia ficando mais animada. Eu seguia na mesma linha. Mas a surpresa maior foi quando ela disse que eu não precisava ir à zona para saber o que era sexo, se quisesse podia me deitar com ela. Fui correndo tomar banho. Minha mãe estava sob os lençóis e quando me aproximei me abraçou febrilmente. Tascou um beijo na minha boca e foi descendo a mão até o meu pau, duro como ferro. Colocou um peito na minha boca e me mandou mamar. Esfregava a boceta contra meu cacete e gemia no meu ouvido. Quando sua boceta ficou encaixada na cabeça da verga senti aquele calor gostoso. Meu pau parecia que ia estourar e sem nenhum esforço começou a jorrar um rio de porra. Ela riu e disse que eu estava muito ansioso. Mas era normal. Fiquei chateado, mas com o vigor da idade não foi difícil manter o pau duro mesmo depois da gozada. Ela chupava meu pau e dizia que era para eu relaxar. Afinal, tínhamos a noite toda. Na verdade tínhamos a vida toda. Fodi minha mãe de todas as maneiras. Comi sua boceta de frente, por trás, de lado, ela por cima e por baixo, não sei quantas vezes gozei. Ainda naquela noite ela me ensinou que havia uma forma especial de prazer. Ficando de quatro, me mandou enfiar em seu rabo. Depois dessa noite minha mãe não convidou mais o rapaz. Transávamos quase todos os dias, a ponto de numa das visitas do meu pai ele desconfiar do cheiro que encontrou no quarto. O velho me chamou de lado e perguntou se minha mãe tinha outro. Disse que não e ele me ameaçou. Um tempo depois meu pai sofreu um acidente de carro e morreu junto com a amante. Descobrimos que ele era um empresário bem-sucedido e tivemos que assumir suas empresas. Apesar de todos os pretendentes, mamãe se manteve ao meu lado. Meus namoros nunca prosperavam e acabei virando um solteirão feliz. Minha mãe, por ser muito conservada, adorava viajar comigo e se fazer passar por minha mulher. Até praias de nudismo freqüentamos pelo Brasil e pelo mundo. Minha mãe hoje aparenta ser mais nova que eu.

EU E AS BONECAS NO CHURRASCO

EU E AS BONECAS NO CHURRASCO UM DIA DESTES FUI CONVIDADO PARA FAZER MONTAR UM CHURRASCO, NA VERDADE FUI CONTRATADO PARA ISTO. COMO DE COSTUME EU SEMPRE SOU CONTRATADO PARA FAZER OS MAIS NOBRES CHURRASCOS DA CIDADE E ATÉ ALGUNS FORA DO ESTADO ONDE MORO. TODA VEZ EM QUE VOU LEVO TODA EQUIPE, MAS DESTA VEZ ME DISSEREAM QUE ÉRA UM CHURRASCO PARA CINCO PESSOAS APENAS. PELA VOZ ACHEI QUE ÉRA ALGUMAS MULHERES, MAS AO CHEGAR VEJO QUE ÉRAM CINCO BONECAS. FIQUEI NO MEU CANTO MONTANDO O CHURRASCO E AS SERVINDO AS VEZES, MAS ELAS SEMPRE IAM ATÉ A CHURRASQUEIRA PEGAR UM PEDAÇO DE CARNE. O DIA ESTAVA QUENTE, E ELAS RESOLVERAM FICAR SÓ DE CALCINHA E TOMANDO SOL. ME PERGUNTARAM SE EU ME IMPORTAVA, E EU DISSE QUE ESTAVA TRANQUILO POIS JA ESTAVA ACOSTUMADO A FAZER CHURRASCO EM FESTINHAS DE DESPEDIDA DE SOLTEIRO, O QUAL ROLAVA DE TUDO. OUVINDO ISTO ELAS FICARAM MAIS A VONTADE E UMAS MAIS EMPOLGADA COMEÇOU A ROLAR NÚA PELA QUINTAL EM VOLTA DE UMA PISCINA PEQUENA. COMEÇARAM A BEBER MUITO E ESTAVAM SE BEIJANDO E UMA CHUPANDO OS SEIOS DAS OUTRAS. VENDO QUE ELAS NÃO IRIAM MAIS QUERER CARNE PERGUNTEI SE EU PODERIA ME TROCAR E IR EMBORA. UMA DELAS SE APROXIMOU E DISSE QUE EU PODERIA TOMARA BANHO E SE TROCAR DE ROUPA LÁ NO QUARTO. PENSEI QUE NÃO TERIA PROBLEMA, POIS ELAS NÃO ESTAVAM NEM UM POUCO LIGANDO PARA MINHA PRESENÇA. SÓ QUE EU ESTAVA ENGANADO. QUANDO ENTREI NO QUARTO E TIREI A ROUPA ELAS CHEGARAM E ME AGARRARAM E EU SÓ DE CUECA FUI SEGURADO POR UMAS E AS OUTRAS COMEÇARAM A CHUPAR MINHA PICA. DEIXEI ENTÃO QUE ELAS SE DIVERTISSEM COM MINHA PICA. NAQUELE ISNTANTE EU ESTAVA CHUPANDO OS SEIOS DELAS E SE DIVERTINDO JUNTO. FUI JOGADO NA CAMA E ELAS SE REVEZARAM ME CHUPANDO E DEPOIS SENTANDO EM MINHA PICA. COMI TODAS AS BONECAS NA FESTA. NAQUELE DIA EU ESTAVA TÃO CANSADO QUE FIQUEI ALI DEITADO E ACABEI DORMINDO, MAS QUANDO ACORDEI VI QUE TINHA DUAS JOVENS APARENTANDO TER UNS 19 ANOS ME OLHANDO. MAS AI ESTA É OUTRA HISTÓRIA. Escrito por: LUCAS CAM www.contoerotico.com

ESPOSA TRANSANDO NA FESTA

ESPOSA TRANSANDO NA FESTA Bem ja contei a vcs como ela começou o caso com um dos atuais amantes que é colega de trabalho dela, motorista no departamento q ela trabalha, vou contar agora uma das fodas onde a situação foi muito tesuda, nós somos casados a dez anos, fazemos menage a este mesmo tempo, ela loira gostosona 39 e 35anos, atualmente ela é amante deste colega de trabalho se encontram toda semana na casa dele, mas ele não sabe que eu sei, ele acha que ela só me trai rss, fazemos assim por segurança pois fica mais dificil ele espalhar na cidade rss, moramos em uma cidade pequena perto de porto alegre, somos bem conhecidos na cidade por isto estes cuidados, mas.... o tesão é algo incontrolável as vezes, por isto conto aqui o que rolou neste dia. Tinhamos uma festa no clube para irmos, era um baile, com conjunto que toca todo tipo de música em um ambiente e som tecno aquele maluco rss em outro, este amante dela que é solteiro tbm iria, então ja sabia que ao menos olhares aconteceriam rss, chegando na festa, ficamos com mais tres casais amigos nossos, era calor, minha esposa de saia rodada e decote, tava gostosa como sempre mas nada de tão provocante para não chamarmos atenção, logo que chegamos ja vimos o amante dela que a olhou discretamente realmente com muito medo de mim pelo q notei rss, encontramos nossos amigos e ficamos ali bebendo e dançando, minha esposa não é nada forte para bebidas, naquela semana casaulmente não tinha dado ainda para o amante o que a deixou mais louca, logo ela estava tontinha e mais solta, dançava com as amigas sempre discretamente procurando o amante com os olhos, vi que o cara se posicionou atrás de mim para poder olhala tbm seu eu notar, fingi que não vi para que eles ficassem mais a vontade, mas sempre pedindo para ela ser muito discreta o que tava se tornando dificil com as mistura de Kooler com cerveja que ela tomava, eu deixei para ver até onde iria a coragem dela, eu com o passar do tempo tbm ja estava altinho e adorava a ver dançando provocantemente e por vezes se esfregando em mim, dizia que estava com muita vontade de dar e que era melhor irmos para casa para eu comela logo, claro que não fiz isto e a provocava mais ainda, ja era mais de 2 da manha qdo começei a perceber que as idas ao banheiro dela estavam mais demoradas, imaginei que poderia ser porque o clube estava mto cheio mas finalmente me caiu a ficha rsss, então esperei noutra saída dela onde nem convidou as amigas, assim que ela saiu eu a segui, no clube existem dois banheiros, um na parte superior(onde estavamos) e outro na quadra de esportes, que é o banheiro usado pelos times qdo tem jogos, como a festa era feita em dois ambientes, no salao onde estavamos e na quadra de esportes onde tocava musica tecno com poucas luzes e um pisca pisca desgraçado rsss, mau consegui seguila, vi que ali tinha algo, pois o outro banheiro é muito mais perto, na entrada dos banheiros que ficam abaixo das arquibancas vi que o cara a esperava antes dela chegar nele, ele passou as arquibancadas e se posicionou atrás das caixas de som onde era muito escuro, até tinha gente por perto mas era quase impossível identificar quem quer que fosse, as tais caixas estavam em cima de duas mesas, eu para eles nao verem nao pude ir até ali, mas via por baixo das mesas as pernas e digo, estavam muito juntas rss, meu coração foi a mil, não imaginava que ela chegaria a tanto, deixar ele agarrar ela ali dentro do clube do qual somos sócios, apesar da visão dos pés deles não conseguia ainda ver o que eles faziam, então subi as arquibancadas onde tinha alguns casais de amasso tbm e tive uma privilegiada visão bem de cima deles, como disse não identificava rostos, mas claro sabia quem eram, eles estavam se beijando fogosamente, ela esfregava o corpo no dele sem o menor pudor, assim como pude tbm ver que as mãos dele agarravam a bunda dela, ela por vezes virava de costas para ele e rebolava enquanto ele agarrava os peitões dela, fikei uns 5min assistindo depois sai para chegar aonde estavamos antes dela, ela levou mais alguns minutos e nos encontrou novamente, no salão social o som era mais calmo e mais claro dava para ver o rosto transtornado de minha mulher, vermelha, arfando, dançando sozinha com os olhos fechados, imaginava a xota dela molhada e piscando, não contei qtas vezes ela saiu, mas aquela que eu segui foi a penultima, qdo ela voltou mais uma vez, veio me abraçou e disse, JA QUE TU NAO KIS IR PARA CASA ME COMER, AGORA VAIS TER QUE ME ESPERAR, eu perguntei o porque, ela só riu e bebeu o resto da minha cerveja, o local que eu estava dava para ver a saída do clube, foi qdo vi o amante dela passando de cabeça baixa e rapidamente, ela tambem cuidava isto, esperou ele sair, me beijou e disse, ESPERA, APROVEITA A FESTA AI, e saiu, achei até q iria no banheiro mas não, como o amante, se dirigiu a portaria e saiu, novamente esperei instantes e fui atras, qdo sai no portao do clube a vi dobrando a esquina ainda sozinha, claro que vi o que aconteceria mas ainda nao acreditava, o amante dela mora bem no centro tambem a tres casas do clube, é uma casa pequena, onde o quarto faz quase divisa com a calçada da rua, ela ja tinha me contado que qdo fudiam tinham que ir para o quarto dos fundos para evitar que quem pasasse ouvisse algo, fui até a esquina e a vi ja na metade do caminho, ela nem olhou para trás, caminhava rapidamente, quando chegou na casa dele entrou sem olhar para os lados, ele claro ja esperava com a porta da sala aberta, vi qdo o clarão da porta apagou, então fui demoradamente caminhando até a frente da casa dele, havia bastante movimento no centro devido a festa, gente indo e vindo, o som do clube dava para se escutar abafado, para não dar muito na vista não parei na frente da janela do quarto então por vezes passava pra la e pra ca, bem devagar, e numa destas passadas pude ouvir os gemidos da vadia, não identifiquei palavras, só gemidos, sem nenhum pudor ou cuidado o safado tava comendo ela no quarto da frente mesmo como imaginei, pois para levala aos fundos como ele sempre fazia teria q levar o colchao da cama dele, e neste dia, ambos bebuns e com muita tesão é claro nem deram bola para isto, qdo não via ninguem vindo perto eu parava na frente da janela mas se alguem viesse eu disfarçava e passava, uma das vezes que pude curtir mais um tempinho pude ouvila pedindo VAI METE, FODE FODE GOSTOSO, mas logo vinha um grupo de tres rapazes então novamente fingi estar caminhando na rua, estava a uns dez metros da janela quando ouvi as risadas dos caras, então me virei e vi que agora eles pararam bem na janela do quarto, riam alto e gritavam UHUUU, METE NA VADIA, então percebi que eles tambem escutaram ela fudendo, parei na esquina do clube a frente dos caras e esperei eles, ficaram um tempo lá e logo vieram, passaram por mim rindo e comentando que o cara tava se dando bem, que a vadia gemia gostoso, eu ali meio tonto da bebida e do acontecimento não sabia o que fazer, então entrei novamente no clube, não fui para onde estavam nossos amigos para que eles não notassem a falta dela, fiquei cuidando a porta, e nisto passaram-se 1h e 15 até que ela aparecesse entrando no clube, antes que ela fosse ao encontro dos amigos eu a interceptei puxeia para um canto e perguntei como se não soubesse aonde ela estava por tanto tempo, ela então olhou para os lados para ver se alguem nos notava, me beijou rapidamente, colou a boca no meu ouvido, enquanto falava guiava minha mão para baixo da saia dela, ela disse OLHA O QUE FIZERAM COMIGO,VIU TU NÃO QUIS ME COMER, nisto minha mao ja estava no meio das pernas dela, mesmo sem meter os dedos na chota dela pude inicialmente ver que a puta estava sem calcinha e toda gosada , porra vazava da xota ainda, ela riu e fez eu baixar mais a mão até quase o joelho dela onde ainda escorria a porra do macho que a fuderá a pouco, subiu novamente minha mão, girou e corpo e virou de costas para mim, nisto minha mão estava naquela linda bunda gostosa e tambem melada no que ela virou para mim e falou OLHA COMO DEIXARAM O RABINHO DE TUA ESPOSA, POE O DEDINHO... e foi o que fiz, o cu estava ainda arrombado e claro gosado, nossa, meti facilmente dois dedos no rabo da puta, sempre cuidando o movimento, ela por sua vez fingia dançar e rebolava nos meus dedos, com a mão para tras agarrava tbm meu pau que estava quase ejaculando, tirei os dedos de dentro dela, ela mesmo limpou na propria saia, se virou e me beijou, não gosto do gosto de pica e nunca a beijo qdo fazemos menage e ela chupa os caras, mas não tive como não corresponder aquele beijo quente molhado e claro com gosto de pau, ela ainda estava muito tesuda, rebolava e provocava, ficou dançando na minha frente, rebolava até embaixo, dpois vinha no meu ouvido dizer que devia ter até pingado porra no chao e que sua sandália ja estava molhada tambem, não aguentando mais a convidei para irmos para casa, ela havia voltado quase 4h da manha da foda, mas ela dizia que queria dançar mais assim, toda esporrada sem calcinha, mas disse para irmos no carro pois havia um lugar que ela ainda nao tinha levado porra,saimos fomos ao nosso carro, achei que tinha a convencido a irmos embora, mas foi só eu entrar que ela veio me beijando denovo e logo pedindo para tirar meu pau para fora, eu ainda tentei argumentar pois queria fuder aquela buceta alagada, mas não adiantou ela mesmo foi abrindo minha calça e antes até de eu ver se tinha movimento perto do carro ela ja estava me xupando, nossa meu pau endureceu na hora ela estava ainda com muito tesão pois para chupar pau sujo que nao tenha saido do banho a pouco ela tem que estar com muita vontade senão ela nem chega perto, eu aproveitei e fiquei a provocando falando enquanto ela só concordava com a cabeça, eu dizia, VAI PUTA XUPA, JA LEVOU GOSADA NA BUCETA É e ela concordava, JA LEVOU GOSADA NO RABO TAMBEM SUA VADIA, ela fazia UHUMMM, sem tirar meu pau da boca, E AGORA VADIA VAI TOMAR MINHA PORRINHA, TEU AMANTE NÃO TE DEU, TA XUPANDO MEU PAU SUJO SUA VADIA, XUPOU ELE ASSIM TAMBEM, então ela tirou o pau da boca, enquanto punhetava falou, SIM XUPEI, MAS ELE NÃO GOSOU NA MINHA BOKINHA, LOGO QUE CHEGUEI QUERIA GOSAR CHUPEI ELE DPOIS ELE ME COMEU A XOTA E GOSOU, ENTÃO MAMEI NELE ATÉ ENDURECER AQUELE PAUZÃO DENOVO QUERIA LEITE NA BOQUINA, MAS O SAFADO ME VIROU E ME ENRABOU, FUDEU MUITO MEU CUZINHO E GOSOU, ME DXOU SÓ COM VONTADE DE TOMAR LEITE, AGORA DA PRA MIM AMOR, DA TEU LEITINHO PRA TUA PUTA FICAR COM TODOS BURACOS GOSADOS, nem precisou pedir denvo foi ela botar meu pau na boca e gosei como louco, ela engolia todo meu pau e tomou tudo, gemia junto comigo enquanto mamava gostosamente, terminei de gosar nem precisei me limpar pois ela tomou tudo, até a ultima gota, eu tava morto, guardei meu pau e fui ligar o carro, ela então disse,NÃO,VAMOS VOLTAR QUERO DANÇAR MAIS ASSIM, e ja estava saindo do carro, quase sem forças sai tbm, voltamos abraçadinhos para o clube, voltamos ao nosso cantinho onde fikei escorado na mesa e ela dançava deliciosamente por vezes me beijava com aquele gosto de porra na boca, e eu enfiava os dedos nos buracos dela, mais na xota alagada a fazendo delirar, a porra das coxas ja seca mas a buceta muito molhada ainda, ela chegou a me dizer que estava quase gosando só de dançar assim sem calcinha e ensopada, ficamos mais de uma hora na festa ainda, chegamos em casa as 6h da manha eu ja de pau duro denovo a comi deliciosamente, ela gosou como louca me cavalgando, enquanto eu tbm gosava na xotinha dela, tomamos banho e dormimos o dia todo, transamos no outro dia ainda com ela me contando mais detalhes da foda deles, depois cobrei dela o descuido de deixar-se agarrar dentro do clube, ela pediu desculpas disse que nao iria mais acontecer, mas.... isto fica para outro conto rss. Todas as fotos são nossas mas não deste encontro claro rss.

Esposa e dois homens num cine porno no Arouche

Esposa e dois homens num cine porno no Arouche Olá... A aventura abaixo foi real e rolou há poucos dias com a Lúcia num cinema pornô no Arouche, centro de SP. Quem já meu meu conto anterior sabe que minha esposa chama-se Ana Lúcia, tem 40 anos , cabelos loiros, olhos claros e é uma putinha muito sexy e gostosa. Era sexta-feira final de tarde e eu estava querendo fazer uma sacanagem gostosa com minha esposa, então a convidei para irmos a um cinema pornô em São Paulo, ela que já estava excitada adorou a idéia. Fomos nos vestir. Ela estava um tesão havia ido ao salão, tinha acentuado as mechas loiras dos cabelos que estavam escovados e unhas vermelhas. Ela vestia uma mini-mini saia jeans, por baixo uma calcinha quase cor da pele, camiseta branca daquela bem decotas e um top para dar charme. Escolhi uma sandália bem alta para deixar-la com um ar de putinha. Saímos por volta das 19h e na subida da serra viemos nos beijando e nos excitando, eu passava a mão nas coxas dela por baixo da saia e ela pegava no meu pau por cima da calça. Deixamos o carro ali perto da Pça da República por onde circulam as putas e os travestis ali do centro, andamos pela Rua Aurora e os homens olhavam minha esposa achando que ela era uma das putas dali. Escolhemos um dos vários cinemas eróticos, já na bilheteria os caras quase passaram à mão na bunda dela. Entramos na sala e a putaria já rolava na tela com uma cena quente de dupla penetração, estava escuro e ficamos encostados na mureta onde fica encostada a ultima fileira de cadeiras, esperando acostumar-nos com o escuro. Estávamos escolhendo lugar, havia poucas mulheres, a maioria eram garotas de programa. e vários homens se masturbando, uma garota masturbava um rapaz, outros eram chupados. Mesmo antes de sentar-mos a Lúcia colocou meu pau para fora e começou a bater uma punheta para mim, eu passei minha mão na buceta dela, e senti que estava úmida. Um rapaz, bem jovem, aproximou-se do lado dela e ficou nos observando. Não demorou muito para colocar o pau pra fora e começar a se masturbar também, no mínimo ele pensou que ela fosse mais uma puta no cinema. Muito excitada minha esposa então se virou para ele e foi beijando-o, o rapaz logicamente correspondeu e os dois em pé começaram a se esfregar e parecia que queriam transar ali mesmo. Ele então a puxou pela mão, levando-a para o corredor mais dentro da sala, ele virou-a de costas para ele e a agarrou por trás, encoxando a bunda dela com seu pau duro. Ele levantou a saia dela, abriu a calça e colocou seu pau entre as pernas dela, ao mesmo tempo em que pegava nos seus peitos e beijava o pescoço e a boca dela. Ela estava louquinha de tesão, com os dois braços erguidos e as mãos segurando a nuca do rapaz. Nesta altura, eu já estava gozando o carpete do cinema, batendo uma gostosa punheta pertinho deles. Pouco depois o rapaz gozou também, esporrou melando as pernas e a bunda da minha esposinha. Que delícia ganhei meu primeiro par de chifres logo na entrada. Ela deu um beijo nele saiu para recompor-se no banheiro e eu disse que a esperaria na porta. Chegando ao cinema naquela um jovem negro passou por ela e a chamou de gostosa, ela apenas sorriu e entrou na sala pouco a frente dele e olhando para trás fez um charme para que o negro se aproximasse. Lúcia devia estar muito excitada mesmo e, pois me surpreende, pois nunca antes havia interessado por rapazes negros e isto me deixou com um baita tesão. O convite foi rapidamente aceito por ele e entraram logo na ultima fileira de cadeira, o rapaz tirou os seios dela para fora e começou a mamar neles e sugar os bicos ela gemia de tesão e pedia para ele mamar gostoso nela. Eu apreciava tudo bem de pertinho. Ela abriu a calça dele e em segundos viu-se com uma rola dura e negra na mão. O pau do negro era bem maior e mais grosso do que o meu e com dificuldade ela colocou uma camisinha nele. De repente um outro rapaz na poltrona ao lado enfia as mãos entre as pernas dela e começa a alisar suas coxas e sua buceta, ela a principio assustou-se mais depois aceitou as caricias do segundo homem. Nesta altura eles já tinham tirado camiseta e o top dela e ela estava seminua ali entre eles. Ela ajoelhou-se de frente as poltronas, eles levantaram-se e colocaram seus paus na altura do rosto dela, minha esposa extasiada colocou a camisinha no outro pau e abocanhou o dois e revezava-se chupando uma rola e punhetando a outra, olhando com cara de puta para os dois rapazes com tesão por ela. Era muito excitante ver aquele pausão do negro ocupar quase toda a boquinha dela e ela quase podia fechar os lábios em volta dele, e com muito jeitinho ela conseguiu engoli-lo quase todo, mais tinha ânsias e quase vomitava quando tocava a garganta dela. Ela mamava nas rolas simultaneamente e alternadamente, a segunda tinha tamanho normal. Por ironia do destino o filme era de uma transa inter-racial e um negrão traçava uma loirinha gostosa. Muito limitados pelo espaço saíram da fileira e foram para o corredor, perto de onde ela ficou com o segundo rapaz que arrancou a calcinha dela que sumiu no escuro da sala, agora ela estava usando apenas mini-saia e sandália. Ela com o corpo Inclinado e os braços apoiados na parede, teve sua buceta penetrada por trás pelo segundo rapaz, acho que ela quis lacear um pouco a buceta antes de experimentar aquele pausão negro, ela devia estar completamente molhada de tesão, pois o rapaz a penetrou de uma só vez e com uma estocada certeira, ela deu um gemido que ninguém ouviu e depois relaxou. Olhando para o lado, a Lúcia viu duríssimo o pau do negro e ainda levando a rola do outro na buceta voltou a chupar o cacete preto. Amigo, eu queria muito ver pela primeira vez ver aquele membro enorme e preto dentro dela, achava que ela não agüentaria tudo aquilo na buceta. Não foi preciso esperar muito, pois logo ela sentiu o cara que fodia ela gozar e jogou-se mais contra o corpo dele. Ele tirou o pau já amolecendo de dentro dela, tinha a camisinha lotada com muita porra. Nem preciso dizer que a esta altura havia pelo menos uns quatro homens e uma garota assistindo a trepada deles de perto. Excitada mais receosa com o que a esperava, minha esposa fez negro se sentar-se na primeira poltrona da fila e sentou-se sobre ele, fazendo sumir paulatinamente dentro dela aquele enorme mastro negro, entre gemidos e palavras de sacanagem a buceta dela engoliu aquela rola imensa e daí eu gozei novamente de tanto tesão. Fiquei impressionado a elasticidade de sua buceta, pois inicialmente achei que ela não agüentaria por completo aquele mastro preto. Agora o mastro dele já estava enterrado por completo, e o negro, segurando-a firme pela cintura, fodia com força, fazendo-a subir e descer em sua enorme vara. Lúcia, gemia, chorava e gritava muito, mais seus gritos se misturavam aos gritos das garotas do filme e mais uma vez ninguém a ouvia, a não ser a gente perto dela. Estava excitada ao extremo e quando o negro disse que ia gozar ela foi à loucura, desmontou dele, abaixou tirando a camisinha abocanhou rola e chupou até o cara gozar rios de porra na sua boca, rosto e até nos seios Ela olhava e apreciava aquele mastro que ainda estava duro, como seu primeiro troféu preto e o lambia da cabeça ao saco, eu nunca havia visto um pau tão grande e duro gozar assim, ela punhetava de leve e espremia aquele membro preto até mais um fio de porra ser expelida direto para a língua dela que sorvia tudinho deixando o pau sequinho novamente, e desta forma ela não deixava ele amolecer. O rapaz não se importava de ter seu pau como um troféu e curtia minha esposa brincar com ele, acariciava os cabelos dela, ela olhava para ele e conversavam mais não dava para eu ouvir. Outros homens tentavam aproximar-se dela mais ele não permitia que a tocassem. Eles saíram da fileira e voltaram para o corredor e daí entendi, que a Lúcia estava querendo levar a rola preta novamente. Sem qualquer preocupação o negro arrancou a saia da minha esposa, deixando-a nuazinha. Ela vestiu outra camisinha nele e se posicionou de costas para ele, apoiou-se com as mãos na mureta de afastou as pernas, ele veio por trás dela segurou-a firme pelo quadril, apontou o mastro e meteu na buceta dela, desta vez a Lúcia deu um grito e um gemido que acho todos ouviram. O negro a segurava e a fodia para valer, dava para ouvir o som do saco dele batendo na buceta dela quando ele enterrava nela, de sandália alta ficava quase da altura dele o que facilitava a trepada deles. Novamente antes de gozar ele tirou o pau da buceta dela e deu para ela chupar, só que desta vez minha esposa teve mais tempo de brincar com seu troféu preto antes de levar outro banho com muita porra, mais desta vez ela escolheu as partes do seu corpo que ele deveria esporrar, além do rosto e da boca. Ela estava cansada, suada, com o corpo melado de porra e com um cheiro de sexo irresistível e eu não vi a hora de beijar e passar minha língua por todo seu corpo para sentir seu gosto. Não achamos mais sua calcinha e seu top, e na volta para o carro todos a olhavam, pois a saia era muito curta e a camiseta com decote e cava mostrava boa parte dos seus seios. Abraços Alberto

Duas Loiras Tesudas

Mais uma Contribuição de um Comedor nato Enviadas pelo cariocagostoso@live.com <

Ana Paula e Eliane fazendo a festa pro garanhão

quero ser comida por mais de um Parte 03

Mais um Pouco de Caroooooooooolllllllllll

Vi minha esposa sendo enrabada

Vi minha esposa sendo enrabada Estou casado há 8 anos, sempre tive uma boa vida sexual com minha esposa, tive umas pequenas aventuras nesse período mas pelo que eu sabia ela nunca tinha feito o mesmo, bem, isso é pelo eu que pensava. Todos os dias as 18:00 eu apegava na empresa até a empresa onde ela trabalha para irmos para casa. Em uma sexta-feira qualquer, acabei chegando mais cedo, como tinha que esperar e não estava afim de ficar no carro, fui entrando, cheguei até a sala dela e não a vi por ali, ela é secretária de um dos diretores. Sentei e fiquei esperando. Com o silencio acabei ouvindo pequenos gemidos da sala ao lado, a sala do diretor dela. Fiquei claro curioso e mais ainda desconfiado, afinal ela não estava ali e os gemidos eram de uma trepada. Abri com todo cuidado a porta procurando evitar qualquer ruído, típico do corno manso. Então eu vi o que eu esperava ver. Ela estava de 4 sobre o tapete da sala e o tal do diretor por trás dela, ambos de costas para a porta. Minha loirinha gostosa estava recebendo o pau do chefe dela em sua bunda, ele entrava e saia do seu cu, chegou a tirar todo o cacete e meter tudo de novo, ela segurava o gemido e agüentava o mastro dele enterrando em sua bunda. Quando ele parava ela continuava com o movimento para absorver ainda mais o outro dentro dela. Ele a deitou no chão e então socou com muita força, ela mordia o tapete para não poder gritar e ele socando com tudo dentro dela, não agüentou muito e o vi gozando dentro do rabo da minha loirinha linda. Fechei a porta e sai. Voltei para o carro e esperei, fiquei revendo a cena do outro a comendo, meu pau duro, vontade de bater uma punheta ali mesmo. Durante todo o tempo de casados ela só tinha me dado o cu uma vez e mesmo assim nem terminamos nele, diz que sentia dor e não queria, sequer eu tinha enfiado todo o pau dentro do rabo dela e no entanto naquele dia eu a via receber aquele cacete enorme dentro do cu e se divertia com ele. Na hora de sempre ela chegou. Beijou minha boca e estava como sempre estava todos os dias, falando, feliz, contando novidades e entusiasmada com o trabalho. O final de semana passou, transamos, tentei comer o cu dela mas foi impossível, ela disse que isso ela não fazia porque doía demais, fiquei lembrando da imagem do cacete do outro dentro daquele rabinho e ela quase pedindo mais. Nas terças-feiras ela tem aulas a noite de um curso de aperfeiçoamento e desconfiado resolvi segui-la naquela semana. Tão logo a deixei, o chefe chegou e os dois foram para o motel, ficaram por duas horas por lá. Quando a encontrei lá estava ela com a mesma felicidade e entusiasmo. Tentei come-la naquela noite mas ela não quis, por que será não é mesmo? Acabei batendo uma punheta e gozando pensando no chefe a possuindo. Uma semana depois abri o jogo, disse a ela que sabia de tudo e por mais incrível que parecesse estava excitadíssimo com tudo aquilo. Falei ainda mais, falei que queria vê-la dando pra outro. Ela topou a idéia mas achou melhor que isso não fosse com o chefe dela, afinal éramos conhecidos e as coisas não poderiam fica legais depois. Concordei. Saímos um dia a noite e de uma boate saímos eu, ela e um outro rapaz louco de vontade de fode-la. Ela o deixou acabado na cama, fez o serviço completo com ele, primeiro o recebeu no cu, o cara não acreditava que estava comendo uma bunda como aquela, linda, branquinha, com um cuzinho gostoso. Ele meteu como um louco e ela gemia demais, gritava recebendo o cacete duro dele e foi assim até ele socar tudo dentro dela e liberar toda a porra na camisinha. Ela tirou a camisinha dele, chupou de novo o seu pau e sentou sobre ele, ainda que estivesse em meia recuperação, foi sentando, subindo e descendo até ficar bem duro de novo, então aumentou a velocidade e aproveitou, gozou duas vezes com ele, enquanto gozava me xingava e me chamava de corno, me chamava de chifrudo frouxo, de corno manso e mais e mais dava para o outro. Eu estava nu batendo uma punheta, cada vez que ia gozar eu parava, segurava e apreciava a minha esposinha dando como nunca. O cara também estava entusiasmado e quando estava para gozar viu ela sair de cima dele, viu a camisinha sendo tirada e a o boca na minha linda esposa engolindo o cacete dele e o chupando com toda velocidade possível, não suportou e soltou a sua porra na garganta dela. Em todo este tempo ela nunca havia tomado minha porra, agora se fartava com a de um desconhecido, com certeza fazia o mesmo com a do chefe. Ela tinha me confessado que o fazia gozar quase todos os dias e nas terças iam sagradamente ao motel, ela nunca havia assistido uma aula do tal curso. Depois dessas duas trepadas ainda fez o rapaz gozar mais duas vezes em sua buceta e bateu uma para mim até que gozei sobre os seus seios. Nossa vida sexual ficou diferente depois de tudo isso. Durante a semana ela continua dando para o chefe e o fazendo gozar quase todos os dias, normalmente em sua boca em uma chupeta na ora do almoço. Nos finais de semana normalmente saímos e pegamos algum rapaz pra ela se divertir, as vezes participo comendo sua buceta mas o cu ela só me deu uma vez, embora sempre o de para outro, também com minha porra, apenas uma vez a tomou, embora diga que adora quando um homem a solte em sua boca quente e macia. E-mail= mineiro.68@hotmail.com

Velhinha, mas fogosa

Velhinha, mas fogosa Boa tarde, faz algum tempo que não escrevo, estive viajando, como também não havia ocorrido nada que merecesse ser relatado. Estive fora do Brasil a trabalho sendo que me hospedei em um hotel razoavelmente bom. No último dia de permanência nesse hotel, eu estava retornando da estação ferroviária quando uma senhora me pediu uma inofmração, a qual seria o endereço do hotel onde eu estava hospedado. Essa senhora, por não ser brasileira, manterei sei nome, Laura. Ela é portuguesa e estava a serviço. Eu sempre tive gostos diferentes da maioria em relação a sexo, sempre preferi mulheres gordas, mais velhas, negras...e, preferencialmente com pesinhos deliciosos. Duas características encontrei em Laura, tinha 70 anos, dona de lindos pesinhos. Como eu estava iondo para o hotel falei que ela poderia ir de taxi comigo. Ela agradeceu muito, já que não conhecia a cidade. Conversamos durante o caminho e me coloquei a disposição para aquele dia. Ao chegarmos no hotel ela fez o check in, ajudei-a, uma vez que não dominava o idioma local e rapidamente simpatizamos um com o outro. Como seu trabalho iniciaria somente no dia seguinte e estava quase na hora do almoço, convidei-a para almoçar. Ela agradeceu, mas comentou que alguém mais jovem deveria sair com outra pessoa da mesma idade. falei que isso para mim não era problema, que gosto de mais velhas e além de tudo estávamos saindo para almoçar. Ela aceitou o convite, almoçamos, passeamos, mostri um pouco da cidade para ela e começamos com aquela conversa do tipo entrevista, o que gosta de fazer, casado, solteiro, tem filhos...coisa do gênero. Ela é viúva, gosta de viajar, não está compromissada. Conversamos bastante, retornamos ao hotel e convcidei-a para jantar mais tarde, no qual ela aceitou. Eu já estava com segundas intenções. A noite jantamos no restaurante do hotel, tomamos um bom vinho e começamos a falar de nossa vida amorosa, entenda, sexual. Ela me disse que fazia uns 2 anos que não transava. Comentei que era difícil de acreditar para uma mulher tão bonita. Cabe aqui esclarecer que as belezas devem ser relativisadas de acordo com a idade. Laura disse que saía pouco, dedicava-se ao trabalho e na idade dela deveria se preocupar com qualidade e não quantidade. Concordei. Peguei em sua mão e disse que nossa conversa estava muito boa e se ela concordaria em tomar mais um vinho no meu quarto, uma vez que o restaurante estava fechando. Ela disse que teria que ir até o quarto dela e que depois iria no meu. Senti que estava levando um fora, mas tudo bem. Passou-se uma hora e para meu espanto ela toca a campainha. Achei estranho, ela trajava uma roupa parecida com um pijama, mas gostei. Convidei-a para entrar, começamos a conversar e dali foi um pulo para o beijo, ela estava muito afoita. Enquanto a beijava eu passava a mão em seu corpo, que para uma senhora de 70 anos era muito conservado. Lambi seus seios, e obsetvei aqueles lindo pesinho, falei para ela de meu fetiche, ela sorriu e disse, não se faça de rogado. Que maravilha, lindos, pequeninos, macios, perfumados, deliciei-me com seu dedinhos e ela só gemia, então fui subindo que alcancei sua pombinha, que estava toda enxarcada. Suguei aquele líquido delicioso e ela começou a se contorcer até gozar. Porém, eu estava em ponto de bala e tratei de enterrar meu pau naquela bocetinha maravilhosa, raspadinha e faminta pois engoliu com avidez meu cacete. Ela voltou a gosar e eu também gosei. Então, enquanto restabelcia, comecei a passar o dedo no reguinho dela e se alvoroçou novamente. Fomos tomar um banho eu a lavei e ela me lavou, comecei a chupar o cusinho dela enquanto rebolava e esfregava a bunda no meu rosto, a levei para cama, ficou de grando assado e coloquei no cusinho, ela, como prêmio enfiou novamente os pés na minha boca. gozamos bastante e passamos a noite juntos. Pena que no dia seguinte precisei viajar, mas foi muito bom. E-mail= gosto1212_@hotmail.com

Trem lotado deu no que deu.

Trem lotado deu no que deu. O que eu apóio nesse mundo é o prazer sexual, desde que tenha respeito e interesse de ambas as partes. Moro na periferia de São Bernardo do Campo, minha casa é própria e temos mais dois comodos de aluguel. A mais ou menos 5 anos atrás, nestes comodos de aluguel morava um casal no qual o marido trabalhava em uma empresa de obras próximo de casa, mas as obras eram longes e muitas fora de SP. Foi numa dessas obras que o maridão teve que ficar por 60 dias fora de casa. Nessa época abriu um curso de empreendedor pelo Sebrae totalmente gratuíto, foi onde convidei a Eli para participar, ela topou. Eram em dois sábados a duração do curso. No primeiro sábado estavamos lá, um dia de muito frio. Pegamos o trem que sabemos que só andava socado de pessoas. Nos apertamos para dentro do vagão e seguimos viagem. Ela nem tinha onde segurar e pediu se podia segurar em mim para não ser arrastada pela galera. Claro quer sim disse. Ela ficou de frente pra mim e passou os braços em torno sa minha cintura. ficamos coladinho um no outro. A cada balançada do vagão nossos corpos iria se esfregando e meu tesão aumentando. Até que num certo ponto meu pau ficou duro e não tive nem como disfarçar. Ela percebeu na hora mas fez de conta que nada estava acontecendo, se ajeitou de uma forma que meu cassete se encaixava em sua xana. Ainda faltava 8 estações para chegar no local. Ela me agarrou forte e me apertava, meu pau ia explodir dentro da calça. Começei a respirar de forma ofegante e encostei a cabeça próximo do ouvido dela. Foi a conta... Ela disse: -Só porque meu marido esta longe você fica me provocando. Isso não vale! Naquele momento trocamos um delicioso beijo de lingua, e ficamos no esfrega até chegar na parada, foi quando desci ja todo melado. Entramos na sala do curso, mas minha cabeça nem estava mais pra nada. eu só queria fuder aquela bucetinha solitária. As horas não passavam, mas quando chegou a hora de voltarmos pra casa... Ja começei agarra-la com fortes beijos na estação e convidei-a para irmos a um motel. Ela disse que não poderia demorar pois o marido iria ligar, e teria que estar lá para atender. Então voltamos para casa, como muitos beijos e roçadas. Como beijava gostoso. Ela chupava minha lingua como se quizesse chupar meu cassete. Chegamos em casa, cada um na sua claro, Tomei logo um banho pra esfriar as cabeças (rsrs). Minha esposa disse-me que precisava ir na casa da irmã resolver um problema e que demorava um pouco pra voltar. Saiu e fiquei só. Não demorou muito, minha porta bate e era a Eli perguntando se eu tinha algum filme de DVD para emprestar. Ja dei logo um beijo, foi que ela se assustou e disse: - Rapaz, não faz isso, se sua esposa pegar estaremos mortos. Onde ela está? Eu disse que foi a casa da irmã e demoraria um pouco. Então ela disse: - Ja volto! Correu para fechar sua porta e voltou de Babydoll. Nos abraçamos e começamos a nos beijar. confeço que nunca ganhei um beijo tão gostoso como o da Eli. Meu pau levantou na hora e ela foi pegando com carinho. tirou da bermuda e colocou na boca. Que boca!!! Ela sugava tanto, que eu não aguentaria muito tempo, Ela só falou para eu não melar ela de porra, pois ja tinha tomado banho. Mas não aguentei e acabei gozando na boca dela. Então a Eli engoliu tudo para não se melar. Coloquei ela sentada no sofá e tirei seu Babydoll, e caí de lingua em sua buceta depiladinha e perfumada, como eu babava em cima dela, Seu clitoris tinha uns 4cm, eu chupava como se fosse um sorvete, hora chupava, hora lambia. Foi quando ela acabou gozando na minha lingua. A essa altura o tesão era tanto que meu pau estava duro novamente, E eu pedi pra ela ficar de 4 no chão da sala. Encaixei meu cassete na portinha da buceta e fui empurrando. Ela gemia gostoso. Fode sua putinha! Meu marido é corno mesmo! Come gostoso. Ela se revelou uma vadia nos braços de um homem. -Goza dentro de mim! quero sentir porra escorrer da minha buceta a noite toda meu macho! Não consegui resistir seu pedido e acabei gozando muito! Ela rapidamente se levantou e foi pra sua casa. daquele dia em diante nos tornamos amantes. Um dia disse pra ela que sempre quiz chupar sua xoxota com cheiro de outro macho, e ela disse que um dia me faria uma surpresa. E fez... Seu marido tinha acabado de entrar na kombi para partir para outra obra, minha mulher tinha ido na feira, Ela me chamou em sua casa, deitou na cama enrolada na toalha e abriu as pernas... Me xupa meu tesão. Come minha buceta de lingua ! Não pensei duas vezes. chupei gostoso, quando percebi que estava com um gostinho especial, que delicia, comecei a chupar com mais tesão e ela disse: -Sente o cheiro de porra de outro macho! Lambi tudo, deixa ela limpinha com sua lingua. Adorei naquele dia. Mas um dia seu marido comprou uma casa ali perto mesmo, e saiu do emprego se afastando por um problema na coluna. Mesmo assim acabei saindo algumas vezes com a Eli. Mas depois não deu mais. Sobre o curso, concluímos mas nunca usamos pra nada, só serviu pra nos unirmos como amantes. Se você gostou dessa minha história que é totalmente verdadeira, e tem desejo de gozar como a Eli gozava, Tenho 1,85m 95Kg 35 anos, branco e sou Bi. Meu desejo é satisfazer um casal. Nunca fiz, tenho desejo, mas aceito outros desafios. Desde que haja sigilo absoluto, sem interesse financeiro, não a drogas e nem bebidas. Amizade acima de tudo. Só mandar o contato por e-mail. Abraços a todos. E-mail= hotsampa1@hotmail.com

Tramando a posse da mãezinha

Tramando a posse da mãezinha Devido a desavenças do casal, Helga passou a dormir no quarto da filha que no momento estava estudando em Portugal. Antonio, o marido, era o que podia se chamar de rico-trabalhador-braçal. Principal fornecedor de pães em Resende e da academia militar. Sua esposa Helga o traía com um homem nove anos mais jovem que ela. Sem nunca ter flagrado a esposinha nos braços do amante, Antonio forjou evidencias, junto com uma turma de militares, de que Bruno era subversivo, naqueles conflituosos anos 70. E vamos encontrar, neste relato, Bruno preso e submetido ao interrogatório de agentes do famigerado departamento Dops. Helga se tornara amiga, talvez até um pouco intima, do diretor da academia. E foi por causa dela que Antonio conseguiu o contrato de fornecer pães para três mil pessoas, graças a bolinação nas coxas que Helga deixou que o general lhe fizesse por baixo da toalha da mesa onde todos jantavam, no dia que o contrato foi assinado. Daniel, o filho do casal, de quinze anos, entra sem avisar no quarto onde Helga está nuazinha, escolhendo qual roupa vestirá para o encontro com o general. - Daniel, amorzinho, você deve bater na porta antes de entrar! Nós já combinamos que você pode me ver nua que eu não me incomodo. Mas... se estivesse no banheiro fazendo cocô? Olha o constrangimento que eu ficaria! Venha cá, me dá um beijinho! Mas, não se esqueça de bater antes de entrar, ok?! Daniel abraça por trás sua mãezinha que vira o rosto para receber um longo e molhado beijo na boca. Helga sente o intumescimento da tora do filho encaixando entre o rego de suas nádegas. Ela interrompe o beijo e volta a escolha da roupa, parecendo alheia as caricias que o filho lhe faz nos seios e o roçar da virilha dele em sua rechonchuda bundinha. - Mãe, mãe... quando você vai me ver como um homem? Isso é uma tremenda tortura! Eu só penso em você o dia todo e quase... - Daniel! Pára com isso! Voce tem que aprender a se controlar e não ter tudo de mão beijada! Combinamos que teria que ser assim, você vestido e eu nua porque você nunca tinha visto uma mulher em pelo e eu não quero que você vá andar com qualquer uma! E se tirar nota baixa fica sem me ver nua até conseguir uma nota acima de oito! - Eu sei, eu sei mãe, eu tenho tirado notas altas... mas é que eu... eu queria mais! - Mas, meu neném, eu já não deixo você fazer tudo? Voce só não pode e jamais poderá, me penetrar com seu pintinho? Não tem sido bom assim? Por que forçar a barra, querido? Voce já é um homenzinho e deve manter sua palavra com sua mãezinha. Homenzinho nada! Com quase um metro e noventa, você tá mais pra homão! Vamos, vamos não fique assim... deixa eu ver teu boletim agora. Sem nenhuma inibição por estar com o pau duríssimo por baixo da bermuda, Daniel afasta-se da mãe e vai buscar o boletim. Helga, numa tranquilidade surpreendente, continua escolhendo suas roupas. - Aqui está, mãe! Consegui dois noves e também melhorei meu tempo na natação! - Ah, Daniel, Daniel, meu filhinho querido! Como você me deixa orgulhosa! Caramba, só nove e oito! - Por você, dona Helga! É por você que eu faço isso! - Ah, xuxuzinho! Venha cá, venha cá... me dá um beijo! Um beijo bem gostoso! Helga faz esse convite se deitando de costas na cama e com as coxas entreabertas. O filho fica parado uns bons segundo admirando o voluptuoso formato das curvas da mãe, especialmente os bojos duplos dos seios que desafiam a força da gravidade. Depois seus olhos se arregalam rapidamente ao ver as pétalas labiais da xana rosada e molhadinha. - Me... me deixa... beijar, deixa? Como daquela vez, deixa mãe? - Ah, filhinho... você é tão... bonzinho com sua mãe. É uma pena que não posso retribuir... mas, beije, beije! Me deixe louca! Faça como você gosta! Esta é a segunda vez que Daniel chupa a xotinha de sua mãe . Helga sabe que o que estão fazendo é totalmente contra à moral e aos bons costumes, estando ela passível de ser condenada como atentado ao pudor e corrupção de menor, com agravante de ser com o filho. Mas, é algo bem mais forte do que toda a moral e as leis humanas, para que possam impedir a paixão carnal que mãe e filho sente um pelo outro. Helga chegou a ir à igreja pedir ajuda divina para que o filho não lhe assediasse mais e que ela tivesse forças pra não ceder. Parecia que tinha sido atendida. Mas, bastou uma briga com o marido e o consolo que Daniel foi lhe dar depois, para que ambos se beijassem e se amarem dentro das regras que ela impôs a ambos. Daniel era um colosso em excitá-la com boca. E quem diria que essa era já a segunda vez. Helga está inebriada e necessita do peso de um homem em cima dela. Ela sussurra o nome do filho até ele levantar a cabeça e olhar interrogativamente o belo rosto da mãe por entre os bojudos seios. - Monta, monta em mim! Monta, monta! Em segundos, Daniel, vestido só de bermuda, está roçando sua virilha na xaninha de sua mãe tendo as pernas dela em volta de sua cintura com os tornozelos cruzados atrás das costas dele. Eles se beijam ardorosamente e os seios da mãezinha incestuosa são massageados com força e volta e meia os mamilos são torturado por longos chupões dos lábios de Daniel. Helga goza, soltando gritinhos e rindo, sentindo a própria umidade molhando o tecido da bermuda do filho. Daniel percebendo que sua mãezinha está gozando, se solta também. Os jatos de semem são tão fortes e abundantes que chega a varar o tecido da roupa dele. Helga enlaça o pescoço dele com os braços e cola os lábios na boca do filho. O grito dela ecoa como uma apoteose de orgasmo múltiplo que ele recebe dentro boca. Já saciados pelo momento, Daniel permanece entre as coxas da mãe e eleva o torso mantendo os braços tesos com as mãos no colchão, podendo assim admirar boa parte do corpo de sua mãe. Helga abre os olhos azuis e encara o filho com um belo sorriso. O pênis de Daniel lateja só por isso. Helga se comove com o olhar carinhoso e cheio de desejo que o filho demonstra, tanto facialmente quanto pelo latejamento da rola dele em sua xaninha. - Huumm, eu estava pensando... você tem se esforçando bastante pra me agradar... Eu vou te recompensar por isso! Mas, é só dessa vez, tá! Não fica me pedindo por mais depois! - Tá bem, prometo! O que é? Helga faz o filho sair da posição que está. Em seguida, ela rola e fica de bruços. As narinas de Daniel se dilatam vendo os robustos glúteos de sua mãezinha tremerem devido ao movimento. Ela olha por cima do ombro e já com a voz rouca e o olhos semicerrados, fala, já antecipando o gozo estrondoso que que tomará todo seu corpo. - Voce... pode tirar a bermuda. Mas... não mete. Só encosta e roça na bundinha da mamãe! Daniel parece hipnotizado. Algo lhe diz que ele tem que levar todo o tempo do mundo acariciando, chupando e beijando aquela escultura divina que é a bunda de sua mãezinha. Ele espalma as mãos em cada nádega e as acaricia com vontade, fazendo sua mãe suspirar e rosnar feito uma loba. Daniel nota que a pele sedosa das nádegas e das coxas estão sem nenhuma marca arroxeada como das vezes que ela voltava depois de passar a tarde com Bruno. “Maldito Bruno! Tem tudo o que eu não tenho! Mesmo eu sendo filho dela!” Em seguida ele tira a bermuda toda melada de esperma de um lado e de suco da mãe do outro. A quentura roliça que o filho encaixa no rego das nádegas faz Helga dar um leve aceno com a cabeça e dessa vez rosnar longamente até sentir o peso de seu filho se roçando em sua bunda. Daniel faz um túnel espremendo cada lado da rechonchuda bunda, conseguindo que só a cabeçona da rola apareça no alto das nádegas onde tem duas covinhas. Todo o resto da torona, exceto seu saco está bem agasalhado por aquelas polpudas bandas. Sua mãe empina levemente os quadris para acariciar o grelinho com uma das mãos. Fazendo isso, a envergadura inferior da rola do filho tem amplo contato com o anus dela e lhe excita febrilmente quando ele roça com sofreguidão a virilha em cima de sua bundona. As narinas de Daniel ardem devido a força de sua respiração conforme ele vai acelerando os empurrões que ele dá em cima da bunda da incestuosa mãezinha. Helga sente a febre do corpo do filho roçando fortemente a robustez da rola em seu cusinho e os primeiros jatos da ejaculação. Ela sente a forte respiração dele em sua nuca e praticamente está imobilizada devido ao tórax dele em suas costas, as mãos dele, de algum modo, lhe espremendo os seios. O clitóris sente a eletricidade dos dedinhos e então eleva a cabeça soltando um som sibilante de orgasmo que lhe cobre todo o corpo, tendo iniciado do contato da rola em seu cusinho e da manipulação do grelinho. Em seguida a enxurrada de esperma lhe inunda toda a parte acima das nádegas . A boca do filho solta baba e um rouco urro perto de seu pescoço. Quinze minutos depois, já de banho tomado, Helga está vestindo as meias que vão até aos meios da coxa. Daniel vai lhe passando as peças de roupa conforme ela vai pedindo. Ele voltou a vestir a bermuda, mas ainda persiste a dureza de sua rolona. “Meu deus! Esse menino é fantástico! E que cacetão! É do mesmo tamanho do Bruno... talvez um pouquinho maior!! Ai ai ai, o que estou pensando! Não tenho o direito de imaginar ele dentro de mim!! Aiaiai deus, me perdoa!” - Dani, o general prometeu que vai interceder para transferir Bruno da prisão policial para a da academia, onde eu posso visitá-lo. Eu quero estar lá quando ele for transferido e ficar um tempinho com ele também. Voce ainda tem acesso à loja de fotografias de tio Fred? - Sim. A qualquer hora. - Huuumm, será que poderemos fazer uma sessão de fotos quando eu voltar? Você consegue aprontá-las até amanhã? - Claro! Claro mãezinha! Voce é muito fotogênica! - Sei, sei. Voce quer dizer que é meu corpo que é fotogênico, né safadinho! Helga enquanto acaba de se vestir fica imaginando se Bruno irá gostar das fotos dela no estilo submissa e amarrada.
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